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Todo mundo está viciado em Stranger Things

Sexta-feira, enquanto eu esperava o boy se arrumar pra irmos ao cinema ver Ghostbusters (sim, vai ter post sobre isso também), comecei a ver uma série que o Netflix me sugeriu chamada Stranger Things. Obcecada pelo primeiro episódio, ao voltar do cinema fiz o Rafa assistir também. E aí vimos mais um. E no sábado passamos o dia chuvoso debaixo do cobertor assistindo a todos os episódios da primeira temporada da série mais legal dos últimos tempos.

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Sense8? OITNB? Game Of Thrones? São todas séries que eu amo e acho muito boas. Mas Stranger Things não precisa de enredo mirabolante e efeitos especiais de milhões de dólares pra tocar o coração de quem nasceu ou cresceu nos anos 80, e teve a infância recheada de filmes na sessão da tarde (não existia nem tv a cabo naquela época, gente).

A série conta a história de um menino que desaparece misteriosamente e muitas coisas estranhas começam a se desdobrar a partir disso. Seus melhores amigos resolvem investigar por conta própria, enquanto a mãe do menino jura que ele ainda está vivo. E a partir daí, uma série de referências aos filmes e séries que alimentavam nossa imaginação nos anos 80 começa a surgir, inclusive na trilha sonora – quem me conhece sabe o quanto eu amo o new wave e o punk dos anos 80 e a trilha está cheia de joy division e clash.

Além do mais, saca esse poster:

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Enredo bem resolvido, personagens bem construídos que crescem maravilhosamente ao longo da trama, fotografia incrível, trilha sonora massa e tudo aquilo que toca nosso coraçãozinho: temos. Winona Ryder como a mãe do garoto desaparecido, omis falando que ela enlouqueceu quando estava certa o tempo todo, amizades incríveis entre crianças com roupas maravilhosas e universos alternativos: cerejas no bolo!

O site AdoroCinema postou os oito primeiros minutos do primeiro episódio legendado. Assiste aí:

Eu aproveitei e fiz uma playlist no meu Spotify com as músicas que tocam nos episódios. Faltou uma ou duas que a plataforma não tem, mas a maioria tá aí:

Pode desmarcar seus compromissos e assista os oito episódios que já estão na Netflix. A segunda temporada foi confirmada. Pode ser pra semana que vem?

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FAQ de cabelo! Low poo, qual cor eu uso, e mais!

Desde que voltei a ser ruiva eu SEMPRE recebo muitas perguntas sobre qual cor eu uso, como deixar o cabelo cacheado e a maior de todas: o que diabos aconteceu que eu não fiz mais os vídeos de Diário de Low Poo!

Resolvi fazer um vídeo contando todas essas coisas e aproveitei pra mostrar quais produtos eu uso no meu dia a dia.

Não se esquece de assinar o canal pra ficar sabendo antes quando tem vídeo novo!

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Infográfico: a febre do Pokemon GO!

Estou extremamente frustrada com a minha caça à Pokemons. Explico: eu não sou da época de Pokemon, então nunca assisti o desenho, mas não pode aparecer um joguinho bobo que eu vou que nem louca baixar. Óbvio que baixei o Pokemon Go toda empolgada, peguei o primeiro Pokemon (que mudei o nome pra Charmandinho e imaginei ele cantando QUANDO DEUS TE CAPTOU ELE TAVA NAMORANDO) e depois NUNCA MAIS apareceu nenhum. Vi pela internet que, como o jogo ainda não foi lançado oficialmente para iPhone no Brasil, muita gente não consegue jogar. Mas isso não me impede de acompanhar as milhões de matérias e posts por aí sobre o jogo, certo?

Aí eu estava dando um rolê pela minha timeline e vi que minha amiga Carol Colicigno fez um infográfico muito fofo juntando informações sobre o jogo por aí. Se liga (clica pra ver maior):

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Legal, né? Também tem uma outra informação que vi na Forbes ontem: as pessoas já usam mais o app do game do que Whatsapp e Instagram O_o

E você, já está conseguindo pegar muitos Pokemons? Estou indo pra NY em agosto e já tô vendo que vou caçar uns pelo Central Park ;P

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Topete retrô pra divar na TV!

Sabe quando uma musa na novela aparece com um penteado BAFO e a gente corre pra copiar, um monte de tutoriais aparecem e todo mundo sai copiando?
Então, se você sempre sonhou em aparecer na TV e ser a musa da próxima tendência que todo mundo vai fazer igual, precisa caprichar.

Seda está fazendo uma série de tutoriais de penteados pra quem quer conquistar seus objetivos. E esse aqui é um topete retrô que fica incrível em quem tem os cabelos cacheados.

A campanha #VaiqVaipralista da Seda quer mostrar que quando você está se sentindo confiante e incrível, você pode conquistar o que quiser! No canal oficial da marca vocês podem ver outros tutoriais de penteados para diversos momentos diferentes, e que podem ser realizados em qualquer tipo de cabelo!

Quem for testar me marca na foto, que tô louca pra ver!

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Primeira Impressão: esmalte em spray!

Vocês com certeza foram marcadxs em algum post por uma tia maravilhada com a invenção do momento: esmalte em spray! O produto promete fazer você economizar tempo e dinheiro com manicures de emergência e trazer uma solução rápida pra suas unhas malacabada de tanto esfregar calcinha no tanque.

Aí me deparei com essa belezinha na perfumaria e o que eu fiz? Desembolsei VINTE E SEIS GOLPINHOS pra testar e dizer se vale a pena, pra você saber antes de gastar essa fortuna num negócio que não sabe se funciona mesmo.

Não tem jabá, eu comprei com meu rico dinheirinho pra poder te falar o que eu acho sem caô. Então vem comigo!

E aí, curtiu? Então aproveita e assina o canal pra ficar sabendo quanto tiver vídeo novo :)

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Moda sem gênero: ela existe de verdade!

Por mais que seja incrível como nos últimos tempos o diálogo sobre a limitação do gênero imposto pela sociedade esteja acontecendo e muita gente do meu pequeno universo de amigos modernos está tentando resignificar isso independente de sua orientação sexual, a gente acaba caindo em algumas ciladas por aí. Zara e C&A tentaram lançar coleções sem gênero no último ano e foi meio vergonha alheia – as coleções, nas lojas, estavam ainda divididas em masculino e feminino.

Eu nunca liguei pra gênero. Muitas das minhas roupas são compradas sem medo na seção masculina de lojas diversas. Acho incrível usar uma camisa oversized “masculina”, com uma legging e coturno. Fica chique, gótico, modernete e quentinho. Mas as minhas “raízes” de estilo estão no rock (homens usam maquiagem desde que o rock foi inventado, baby) e na comunidade LGBT, então eu não posso ser considerada um padrão. Além do mais, ultimamente tenho curtido redefinir padrões estéticos, como usar vestido de voal que comprei pra casamento com tênis Adidas, pra dar um rolê num dia quente, simplesmente PORQUE SIM.

Só que eu sei que sou uma parcela muito pequena da sociedade, e que usar roupas compradas na ala masculina não é exatamente transformar aquela coleção em “genderless”. O que a gente precisa é que marcas façam roupas independente de gênero. Não é usar a mesma estampa numa modelagem feminina e outra na masculina, mas sim, compreender que as pessoas podem e devem ter controle sobre o que gostam e querem usar. Combinado?

Encontrei aqui algumas marcas que estão redefinindo a moda com coleções e conceitos genderless. Vem ver:

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A Insecta Shoes (foto de destaque) faz sapatos vegans com vários modelos incríveis e estampas diferentes, com tamanhos que vão do 33 ao 45 em todos os modelos. A marca é super ecológica, tem tecido de garrafa PET, peças feitas à mão, etc. Vende online, mas também tem lojas em SP e POA, além de ser vendida em alguns lugares em diversas cidades – de Inhotim à NY, meu bem.
A NotEqual (1) é uma marca do Brooklyn criada pelos estilistas Fabio Costa (brasileiro, participou do reality americano Project Runway) e Rebecca Diele. É uma marca cara pois segue uma linha bem high fashion, mas com peças exclusivíssimas e de gênero neutro.
A FCKT (3) é uma marca que trabalha com duas opções de tamanhos (as peças são mais pro oversized, então os tamanhos vestem vários números) e dá pra comprar acessando o catálogo no álbum de fotos dele do Facebook e entrando em contato por lá mesmo.
A PhD Galeria é uma galeria de arte ambulante, e a tela é vocêzinho! As peças contêm prints de obras de artes e fotografias de artistas convidados. Apesar de na loja virtual as roupas serem divididas entre homem e mulher, as modelagens são bem democráticas e o pessoal da loja é amor. Eu tenho uma camiseta da primeira coleção da loja, de mil anos atrás e não me desfaço por nada.
Conheci a Raw Clothing (4) quando uma amiga comprou uma camisa incrível por lá e eu entrei pra fuçar. Tem peças básicas de malharia, camisas e algumas outras coisas.
A Tricoma (2) faz suéteres e cardigans com estampas lindas pra quem quiser usar. A modelagem não tem distinção de gênero. Nesse friozinho que tá fazendo por aqui, nada melhor do que ter opção além daquelas malhas horrorosas que a gente tá usando há uns cinco invernos.
A MeWe é um projeto muito legal de uma marca sem gênero. A marca ainda não foi lançada pois procura investidores – então se joga nessa oportunidade e ajuda os menine a colocar a moda sem gênero pra frente!

BÔNUS:

Quando eu estava fazendo a imagem pra esse post, fiquei pensando sobre questões de gênero e suas limitações dentro e fora da moda. De tanto pensar, acabei fazendo essa imagem abaixo. Fica de presente pra quem quiser usar como fundo de tela, postar no tumblr, colar no espelho da vó, etc. Clica que ela abre grande.

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E aí, tá preparadx pra parar de comprar roupa na seção do gênero oposto?

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Primeira Impressão: Jeffree Star Velour Liquid Lipstick

Hoje eu fiz a resenha do batom que TODO MUNDO ME PERGUNTA quando eu coloco foto com ele. É o meu queridinho do momento, como você pode perceber pela minha afetação no vídeo. Tô muito apaixonada, gente. O batom é o Velour Liquid Lipstick, da cor Unicorn Blood, da marca do Jeffree Star (sou fã!).

Antes que perguntem: sim, a boquinha da foto é minha!
Pra comprar o batom você precisa ficar de olho no site da marca.

Não se esquece de assinar o canal!

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5 maquiadoras que fazem ARTE no Instagram!

Não é porque eu resolvi estudar maquiagem (mais sobre isso em breve!) profissionalmente, mas tenho seguido muitas contas de pessoas incríveis que fazem coisas INACREDITÁVEIS com maquiagem. Não é só aquela make de bonita, aquela sobrancelha degradê de instagram (que eu acho feio), não é só aquela pele de Kardashian… Quando eu falo ARTE, é arte mesmo!

Pára um minuto, se olha no espelho. Você consegue se imaginar criando cenas inteiras no espaço entre seu olho e sua sobrancelha? Ou que tal nos seus lábios? Essa galera consegue e é surreal. Dá uma olhada:

  1. Tal Peleg
    Essa moça ficou famosa por fazer maquiagens inspiradas nas princesas da Disney, mas olha só esse olho com a cena icônica de História Sem Fim!
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  2. Vlada Haggerty
    Confesso que tenho um prazer imenso quando vejo essas gotinhas escorrendo. Parece que estou olhando pra um maravilhoso bolo de brigadeiro. Não sei nem explicar. Quero muito aprender a fazer isso! 
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  3. Andrea Reed
    Ela fez simplesmente um PAINT BY NUMBERS. Além disso, ela faz swatches de batons com, sei lá, SETE CORES nos lábios e fica incrível.
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  4. Jill Justus-Foran
    Alguém aqui falou lábios arco-íris? Com glitter? Peraí que eu tô indo pegar meus materiais pra começar a treinar isso agora mesmo. 
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  5. Raychel Newton
    A Raychel não faz tanta arte, mas de vez em quando rola. Além do mais, as maquiagens que ela faz sem ser essa coisa louca também são maravilhosas. Vale seguir.
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BÔNUS! Eu amo o canal do YouTube da Lex, a Madeyewlook! Ela faz maquiagem artística tão maravilhosamente que beira o absurdo. Até hoje meu favorito é desse TIGRE OLD SCHOOL. Sério, é inacreditável.

 

E você, anda pirando nas makes de alguém por aí? Quero saber tudo! Estou reunindo inspirações pra continuar a série Make de Loka lá no meu canal… Quem sabe não surge uma ideia bem legal? ;)

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Lingerie linda pra todos os tamanhos!

Quando a gente fala de lingerie confortável, normalmente já sugerem a Loungerie. Eu adoro a Loungerie, não me leve a mal… mas depois que eu ganhei alguns quilos (mais sobre isso em breve) eu descobri que o G deles, dos tops sem numeração específica, é o maior número que eles tem. E poderia ser facilmente um M. Então é ótimo que tenha uma loja no shopping que você possa comprar um 48D, por exemplo, mas ainda assim não são todas as mulheres que conseguem ir lá e sair com algo que realmente fique gostoso de usar e confortável.

Faz tempo que ando pesquisando algumas marcas incríveis de lingerie pra quem busca conforto sem usar calcinha de vovó, mas que também tenham tamanhos maiores. Olha só o que eu encontrei:

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A Tulli tem uma coleção convencional (6) que vai até o GG, mas a modelagem me parece ser normal (do tipo, você não vai comprar um G que é um M). Também tem uma linha curves (1), com tamanhos maiores e preços similares;
A The Bralette Boutique (2) faz as peças por encomenda, ou seja, você manda suas medidas e ela adapta as peças pro seu corpo. Além disso, fizeram esse ensaio incrível um tempo atrás, fotografado pela Cristina Nishihara (3 e foto de destaque do post);
A Virall Retrô (4) faz peças lindas sob medida e tem uma seção de bazar com vários descontinhos!
A Satine (5) faz lingerie bonita a um preço não absurdo, sob medida, com opção de bojo até o 56 ;
A For All Types (7) faz lingerie e moda praia para divas a partir do tamanho 46;
A Boobtique (8) é um ateliê em Porto Alegre que faz lingerie sob medida, mas você também pode comprar online;

Tô com a mão coçando!

Se você tiver mais alguma dica, deixa aí nos comentários pra gente trocar figurinhas :)

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