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Existem cinco coisas muito bobas e sem graça, mas que eu sinto muita falta em Nova York, e nas quais eu penso todos os dias.

  1. Passar de ônibus aos domingos pelo bairro judeu do Brooklyn e ver as famílias todas a pé indo fazer suas coisas no fim do dia. As mães com as crianças pequenas e meninas, com as roupas todas parecidas em preto, branco e azul escuro, a cabeça coberta com algum chapéu ou lenço. Os meninos mais velhos e os homens todos unidos, com seus chapéus de abas largas ou pêlos, aqueles cachinhos do lado. Me sentir uma estranha sem entender uma palavra do que eles falam, com meu top cropped sendo um absurdo intrusivo em sua cultura rígida. Estar em outro país, dentro de outro país.
  2. O metrô que faz vinte graus (Celsius, ainda não aprendi a pensar em Fahrenheit) a mais debaixo da terra do que fora. Se está calor na rua, lá embaixo estará insuportável, e dentro do trem vai estar congelante por causa do ar condicionado. Se está frio do lado de fora, você vai começar a tirar todos os casacos na escada, e colocar alguns de volta ao entrar no vagão. Entre o tira e põe de casacos e o suadouro da estação, perde-se algumas calorias.
  3. A cor do céu. É diferente. Eu não sei se é por causa do hemisfério, já que eu nunca fui pra outro lugar no mundo. Mas o céu de Nova York é lindo demais quando o sol se põe no horizonte dos prédios de tijolinhos. Um dia eu parei no meio da rua e derramei uma lágrima. Felicidade era aquilo.
  4. Sentar na Union Square por quarenta minutos e contar quantos tipos de gente louca aparece — dançarinos brancos, travestis, pessoas com cachorros, b-boys, velhinhos, traficantes, namorados, cantores indies, turistas japoneses, moças fashionistas, homens de negócios, trabalhadores latinos, repórteres, policiais, bandas de jazz completas que surgem do nada, eu e você.
  5. Sair com a roupa mais estranha que eu tinha na mala e ninguém me olhar torto ou feio, ser paquerada na rua (por uma menina bonita) mesmo estando do lado do meu namorado e ainda encontrar uma garota com uma roupa igualzinha a minha.

    Porque, afinal, é Nova York.

    E você pode ser quem você quiser.

 

(esse post foi publicado originalmente no meu Medium.)

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Eu passei duas semanas infernais.

Tem blogueira que não gosta de falar que sente. Eu não consigo me resumir a xampu, sapato e maquiagem. Não que seja errado escolher só falar sobre certas coisas e não querer expor sua vida pessoal ou seus sentimentos. Mas eu passei tantos anos escrevendo só poesia que seria muito fora do natural não falar desse tipo de coisa que todo mundo passa, mas a gente usa a internet pra fingir que vive uma vida sorridente em um filtro de instagram.

Nas últimas duas semanas eu tive problemas relacionados à saúde, física e emocional. Fiquei doente. Tive um lance de família meio bizarro. Precisei cancelar uma discotecagem que eu queria muito fazer. Umas paradas de grana, umas paradas de trabalho. Não, eu não vivo do blog, infelizmente, por mais que eu queira muito – ele nem paga minhas contas. Meu macbook novinho foi pra assistência duas vezes. Eu perdi um monte de arquivos, fotos e vídeos que eu tinha gravado e estava faltando só editar pra postar aqui e no YouTube. Eu quis desistir, dormir, fugir, mudar de nome.

Muita coisinha deu errado. Minhas unhas quebraram, minha pele está horrível, eu estou bem acima do meu peso, meu guarda-chuva quebrou, saí de sapatilha no dia em que precisei andar com água até a canela e de bota quando fez trinta graus, me irritei em casa, minha conta de gás voltou,  eu fui tomar um passe e dei de cara com a porta.

De manhã, meus olhos se arregalavam às cinco e quarenta. Quando eu acordava ainda não estava nem claro do lado de fora, minha cabeça latejava e eu estava consciente do meu corpo inteiro de uma forma que a gente só fica quando está doente. Quem disse que consciência corporal é sempre uma coisa boa? Cada músculo de mim doía. Eu tomei remédio. Eu cansei de remédio. Eu comecei a fazer terapia convencional pela primeira vez na vida. Eu me enrolei no colo do meu namorado como se fosse um tatu bola.

Aí hoje de manhã eu encontrei um conhecido no ônibus, que eu não via faz tempo, mas que me acompanha pelo Facebook. Ele disse:

– Nossa, seu computador quebrou de novo. Que azar, né?

Eu fiquei pensando nisso de azar, de estar cansada, de reclamar da vida. Pensei na minha vida profissional nos últimos tempos. No resumo torto que fiz pra psicóloga do último ano da minha vida. E eu decidi que não vou deixar que seja assim. Que essa merda toda é, sim, uma merda, mas ela vai ter um fim. Eu vou dar a volta por cima nessa caceta toda. Vocês vão ver. Eu suspirei, olhei pro meu amigo, e falei:

– É sim. Mas foi a última coisa que deu errado.
– Ué… porquê?

Eu sorri, meio forçado, meio me forçando, meio com o restinho de boa vontade que eu sei que tá lá dentro de mim:
– Porque eu estou mandando.

 

 

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Quem me segue no Twitter ou no Instagram já sabe que eu sou louca por Game of Thrones! Comprei vários Funkos quando viajei, e a única razão pra ainda ter televisão em casa são aqueles meses em que meu programa de domingo é assistir a série junto com o resto do mundo. Não aguento esperar nem um dia pra ver depois!

Com a nova temporada quase aí, chega no Brasil o Box da quarta temporada da série! Ela estará disponível a partir do dia 12 de março, tanto em versões para DVD (R$ 149,90) quanto para Blu-ray (R$ 199,90), junto com os boxes das quatro temporadas da série (R$ 249,90 para DVD, e R$ 359,90 para Blu-Ray).

E o melhor: aqui no Brasil teremos um disco exclusivo na versão em Blu-Ray, com extras especias: “Seda, Couro e Correntes: O vestuário da 4ª temporada”, “Planejamento de um Casamento Real” e “Choque e Pavor: Criando os Efeitos Visuais da 4ª Temporada”.

E sabe o mais legal? Você pode ganhar um Box pra assistir e relembrar tudo o que rolou na quarta temporada enquanto a quinta não começa. Pra participar é fácil: preencha o formulário abaixo e dê uma resposta bem criativa para a pergunta: “O que você acha que vai acontecer quando o inverno chegar?”. A resposta mais criativa leva o Box!

(Se tiver problemas para ver o formulário acima, clique aqui)

Você tem até domingo, dia 8, pra participar. O resultado sai no dia 9 de março e eu entrarei em contato por e-mail.

Por isso, preencha seus dados direitinho! :)

Boa sorte!

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Um tempo atrás recebi alguns produtos novos da linha Diamond Oil, da Redken, para testar. Como a marca é uma das minhas favoritas – usei por anos a linha para cabelos coloridos quando era ruiva – fiquei super empolgada!

Segundo a assessoria da marca:

“[…] Diamond Oil High Shine contém o complexo Sparkling Oil Complex com óleos de coentro, camelina e damasco misturados em uma base transparente em gel que destaca o brilho em todos os tipos de cabelos, sem deixá-los pesados ou oleosos. O exclusivo Interlock Protein Complex de Redken no Shampoo e no Condicionador ajuda a fortalecer os cabelos.” 

Eles ainda afirmam, sobre cada produto:

Diamond Oil High Shine Shampoo limpa suavemente os cabelos opacos e aumenta o brilho com um acabamento aerado e reluzente.
Diamond Oil High Shine Gel Conditioner tem uma fórmula em gel cintilante que deixa os cabelos hidratados e leves, com um brilho radiante como um diamante.
Diamond Oil High Shine Airy Mist – um óleo em spray levíssimo e enriquecido com uma fórmula exclusiva de aerossol que é tão leve que garante um brilho crescente e como um diamante até mesmo aos cabelos finos.

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Recebi um shampoo, um condicionador e um spray de brilho. Logo de cara o que me chamou atenção foi o condicionador transparente e os flocos dourados nos produtos. Nunca tinha visto um condicionador transparente antes e fiquei curiosa!  Ambos tem uma textura bem leve e o condicionador parece um gel.

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Já o óleo em spray de brilho é apenas uma névoa, que parece um fixador, e você aplica a uma certa distância do cabelo.

 

 

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Resolvi não postar foto de antes e depois do meu cabelo com essa linha aqui no blog porque após usar por alguns dias cheguei a triste conclusão de que ela não foi feita pro meu cabelo. Nem sempre o cabelo sem brilho está ressecado, e acho que eu preciso de um condicionador bem mais pesado do que o dessa linha pra que meu cabelo pareça sadio. Infelizmente, meu cabelo ficou bem seco e só teve algum brilho quando usei outros produtos para lavar e hidratar, aplicando o spray no final.

Se você tem cabelos opacos mas não descoloridos, essa linha é pra você! Recomendo que converse primeiro com um profissional de algum salão credenciado pela Redken para entender qual linha pode te ajudar melhor, já que eles são treinados pra ver qual o problema real com sua fibra e recomendar um tratamento adequado.

Será que junto com os outros produtos da linha e a máscara o efeito teria sido diferente?

O preço sugerido dos produtos é R$88 (shampoo), R$110 (condicionador) e R$117 (spray) e eles podem ser encontrados nos salões credenciados Redken.

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Essa semana minha amiga Anne foi internada e operou pra tirar umas pedras da vesícula. Puta parada chata pra caramba, que dói, tem que ficar de repouso… enfim, um saco.

Como adoro ela e sei como ela adora música, preparei uma playlist pra quando ela ficar no tédio e chateada, precisando dar aquela animadinha.

Chateadíssima que não encontrei uma foto minha e dela, mas vai essa com o nosso amigo Luli de acompanhantchy no show da Miley

Pra ouvir a playlist dá o play, maca:

Miga, depois que você melhorar a gente dança todas essas músicas. Amuah :*

Se você tem um amigo doente precisando se animar, manda pra ele também :)

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Mais um tema do mês do Rotaroots por aqui! Como na semana passada teve um vídeo falando dos dez fatos da minha infância (já assistiu?), nada mais justo que falar sobre dez coisas que me lembram os tempos de colégio, certo?

Eu não era a pessoa mais popular na escola, porque cresci no interior e sempre fui meio revoltadinha e estranha. Fui a primeira a ter cabelo colorido numa escola particular, isso fez com que meu círculo de amizades tenha sido engolido por um buraco negro! Mas tenho memórias muito boas daquela época, mesmo que não sejam exatamente da escola.

1) Jogar taco (ou Bets, em alguns lugares do país)
Eu não era muito fã de esportes mas por um período a minha escola resolveu colocar taco no campeonato interclasses. Foi por pouco tempo até alguém quebrar uma janela, mas era divertido. No interior a gente joga muito taco na rua, e se ela estiver cheia de lama, melhor ainda (só as mães que não curtiam muito essa ideia).

2) Cherry-coke
Por um breve período da quinta-série, venderam cherry coke na cantina da minha escola. Foi incrível pro meu paladar infantil.

3) CPM22
Meu melhor amigo da adolescência era o Bilú. Ele era um moleque gordinho, de aparelho, que gostava de hardcore. A gente passava o intervalo dividindo o fone de ouvido com o CD do CPM22 no discman. Bons tempos. (Hoje o Bilú não atende mais por esse maravilhoso apelido, o nome dele é Ricardo e ele é personal trainer e lindo. Way to go, brother!) Essa música era nossa favorita:

4) mIRC
Na época da escola eu comecei a usar o mIRC pra conhecer outras pessoas daqui de São Paulo (porque eu morava no interior) que gostassem das mesmas músicas que eu. O mIRC, pra quem não sabe, era tipo um programa bem tosco de bate-papo. As salas eram chamadas de “canais” e tinham arrobas na frente. Por exemplo, eu frequentava muito o @punk e o @feelings. Tenho amigos de lá até hoje! Sempre dava um jeito de ficar até tarde acordada pra conectar depois da meia noite, que era mais barato (era época da conexão discada). Era muito fácil pegar vírus usando esses programas.

5) Escrever cartinhas
Até hoje na casa da minha mãe tem uma caixa minha cheia de cartas das minhas amigas, inclusive CARTAS DE METRO de namoradinhos apaixonados. Ok, não precisa do plural, foi um só.

6) Camiseta três números maior
Nada de baby look com barriguinha de fora. Naquela época que eu estava podendo, só usava camisetas que pareciam ter saído do armário do Jô Soares.

7) Pulseirinha de metal (que arrancava os pelinhos dos braços)
Eu tinha milhares de pulseiras e zero pelos nos braços. Era o método de depilação mais fashion e eficiente dos anos 90.

8) Os meninos do terceirão
Toda menininha era apaixonada por algum cara do último ano do ensino médio, o terceirão. Morri de rir quando, anos depois, ouvi uma música de uma banda chamada Debutantes99 que dizia “nanana eu não sabia não, que as meninas da oitava série são afim dos caras do terceirão”. Acho que é o tipo de coisa que você só se toca mesmo quando chega lá.

9) Assinar o all-star dos amigos
Eu usei meu tênis que foi assinado pelos meus amigos do terceiro ano até o fim da faculdade, quando minha mãe decidiu que era hora de jogar fora. Foi triste, mas não dava mais pra andar com ele na chuva.

10) Ir pro fliperama depois da aula
Essa foi depois que eu mudei pra São Paulo, no terceiro colegial! Aqui eu tinha vários amigos parecidos comigo e às vezes a gente ia até a estação São Bento dar uma voltinha na galeria e jogar fliperama ali no centro, entre os office-boys e os orientais fissurados pelas máquinas de dança.

 

Esse meme é um tema do grupo Rotaroots, pra quem tem saudades dos blogs de raiz!

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Um tempo atrás eu recebi um creme pra testar e demorei pra usar pois, como vocês sabem, eu estava tentando ao máximo deixar meus cabelos cacheados. Só que eu não consigo ficar com o mesmo cabelo por mais de duas semanas, né? Às vezes gosto de fazer escova e isso sempre foi um PARTO pra mim. Meu cabelo sempre fica elástico, volumoso… nunca fica do jeito que eu quero. Em parte porque ele é assim e em parte por causa de toda a descoloração que já fiz nos últimos anos.

O produto é um creme em óleo da linha Absolut Control, de L’Óreal Professional, com Nectar Murumuru. É um creme para cabelos volumosos e indisciplinados com que promete disciplina intensa e oito benefícios: hidratação, disciplina, antifrizz,  bilho, maciez, desembaraço, proteção térmica e fragrância de longa duração.  Ele é um pouco menos denso que um creme de hidratação, mas tem bem mais corpo que um leave-in, por exemplo. Mas, quando você espalha nas mãos e nos cabelos, ele desmancha e parece mais um óleo.

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O creme pode ser aplicado do comprimento às pontas, com os cabelos úmidos ou secos, pra usar secador, prancha, modelador ou ao natural. Ou seja, você pode usar de qualquer jeito que quiser! Eu achei que esse produto era apenas pra quem quer ficar com os cabelos lisos, e por isso demorei a testar, mas na verdade ele dá mais disciplina nos cabelos. Eu gostei muito do resultado: não deixa o cabelo pesado e me ajudou bastante com o problema do frizz. Além do mais, achei que meu cabelo secou mais rápido e foi muito mais fácil conseguir secar com o secador e fazer a chapinha depois, diminuindo o tempo pela metade. Antes eu demorava uns 50 minutos pra conseguir fazer uma chapinha maomeno no meu cabelo todo, e com o creme demorei pouco mais de vinte minutos (lembrando que eu tenho muito cabelo).

Tirei algumas fotos, mas lembrem-se que meu cabelo está super detonado por causa da tinta, ok? Esse é um processo que ainda estou tentando amenizar…

Murumuru2Murumuru3

Gostei bastante do resultado! Meu cabelo ficou bem mais leve e a chapinha durou bastante… normalmente a raiz começa a ficar cacheada e os comprimentos cheios de frizz e volume, mas isso não aconteceu até a lavagem seguinte…

O tratamento vende nos salões autorizados. Na internet, achei pra comprar no Beleza na Web por R$145.

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destaquepinup
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Faz tempo que não falo de moda e estilo por aqui. De vez em quando rolam uns looks do dia perdidos, mas como estou tentando muito não gastar dinheiro com roupa quase não tenho nada novo pra mostrar! Não é por isso que deixo de reunir muita informação e inspiração pros meus looks. Vou mostrar por aqui algumas tendências e estilos que me inspiram no dia-a-dia, e claro que vou começar com as pin-ups!

Todo mundo já ouviu falar nas pin-ups, certo? Elas surgiram por volta de 1910, mas o estilo como conhecemos começou a se popularizar em nos anos 40. No começo, eram artistas burlescas que viram que fazer fotos e ilustrações e distribuir por aí era uma ótima forma de aumentar o público de seus shows.

Elas são, até hoje, ilustradas e retratadas por mulheres com todos os tipos de corpos pelo mundo. E é isso que é tão legal sobre o estilo pin-up: ele fica bom e favorece todos os manequins.

MontagemEstilo
Asu R | Roberta D | Pip J

Pra compor o estilo, os anos 50 são a grande inspiração! Invista em saias lápis e circulares de cintura alta, combinados com cropped tops mais justinhos ou camisas e blusas por dentro da saia, vestidos acinturados e calças bem altas! O importante é destacar o que tem de melhor em você (segundo você mesma, claro!) ;)

EstiloPinup

Scarpin Capodarte | Saia Lápis TopShop | Camisa Western | Calça Renner | Vestido ASOS

Outro passo importante pra compor o estilo é a maquiagem. O bom é que ela não precisa ser muito elaborada: um delineador e batom vermelho já funcionam bem. Os penteados vão dos complicadinhos Victorian Rolls até o simples topete com grampos!

MontagemMake

E uma dica pra encontrar peças bacanas pra montar o look pin-up, mas por um preço justo, é usar o CupoNation – um site que oferece cupons de desconto e reúne as melhores ofertas da internet, pra você não ter que ficar procurando demais por aí. Lá tem desconto para as lojas dos produtos que eu sugeri, e dá pra economizar bastante!

Uma das novidades é a Zattini, nova loja virtual lançada pela Netshoes, que já tem uma grande variedade em roupas e acessórios. Pra encontrar um cupom de desconto Zattini ou das outras lojas é super fácil, é só acessar o site do CupoNation!

E aí, quem topa arriscar?

 

pospatrocinado

 

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Esse vídeo foi muito difícil pra mim de fazer. Eu passei por um relacionamento abusivo e falar sobre isso é muito difícil. Mas sinto que é importante que esse assunto seja falado e se torne visível, porque hoje ele não é.

Hoje vou falar sobre Gaslighting e abuso emocional.

Alguns textos de apoio:

O que o amor (e as eleições) tem a ver com isso, no Música de Menina (o post da Debbie que eu menciono no vídeo)
Como Sobrevivi a Um Pesadelo, em A Confeitaria
O que determina um relacionamento abusivo e o que aprendi com os que vivi, no Girls With Style
Ballone GJ, Moura EC – Abuso nos Relacionamentos Íntimos
SOS Ação Mulher e Família (em Campinas/SP)
Endereços das Delegacias da Mulher em São Paulo

 

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Semaninha mais curta, parece que o outro post de maravilhosidades foi ontem, mas passei o feriado procurando coisas legais e inspiradoras, afinal, não pulei carnaval. Aqui o que encontrei nos meus momentos de ócio entre editar um vídeo e uma foto pros próximos posts do blog ;)

♥  Amo as ilustrações da Juliana Rabelo e nesse post aqui ela conta como foi o processo de aprendizado dela na arte. Eu fiz faculdade de design com ilustradores incríveis e sempre gosto de ouvir histórias sobre como eles desenvolveram suas técnicas.

♥ O dono desse tumblr faz GIFs que captam a vida moderna no Japão, no estilo 8 bit. É lindo demais.

♥ Sou fascinada por Cinemagraphs. Acho que tem algo de assustador e lindo ao mesmo tempo. Já tinha visto muitos ensaios de moda utilizando a técnica, e esses aqui, por Daria Khoroshavina, mostram uma receita de strudel <3

 

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