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VÍDEO: Fazer terapia online vale a pena?

Mês passado postei aqui que havia começado a fazer terapia no Zenklub, lembram? Prometi que faria um vídeo no final de um mês pra contar o que achei e aqui está!

Se você quiser conhecer o Zenklub, clica aqui!

Queria só reforçar que acho uma ótima maneira para começar um tratamento, ou até mesmo para situações pontuais de emergência, mas continuo achando super importante fazer terapia presencialmente, viu?
Essa semana vai ter 3 vídeos no canal! Quer saber primeiro? Então assina lá e não se esqueça de ativar as notificações!

Nós vamos (nos) mudar

Eu estou há dois meses esperando pra contar essa notícia aqui. Esse ano acabei deixando de lado essa parte tão minha de dividir minha vida no blog. Uma das metas pra 2017 é voltar pra esse espaço tão pessoal. Lá no YouTube acabo falando de assuntos mais específicos, mas o blog é, há DEZ ANOS, a minha casinha gostosa, aquele pufe macio que a gente quer se jogar no fim do dia.

Enfim, vamos ao que interessa. Nós vamos nos mudar. Estávamos ficando apertados nesse apartamento porque eu acabo trabalhando muito de casa – entre maquiagem e freelas de conteúdo – e o Rafa trabalha em home office o tempo inteiro… Ter um escritório no quarto não estava sendo muito prático, então começamos a dar uma olhada em alguns apartamentos em que pudéssemos ter a vida pessoal e a de trabalho separadas. Um pouquinho de espaço pra respirar, sabe como é?

Enfim, parece que rolou um alinhamento dos planetas e no fim encontramos um apartamento muito fofo pra chamar de nosso. De nosso, mesmo. Acho que nos mudamos no começo de janeiro – as datas ainda estão meio indefinidas e a ansiedade está há mil. Muitos planos pra casinha nova, inclusive os que incluem o blog! Vou compartilhar por aqui o progresso de cada cômodo que vamos decorar.

Tivemos a sorte de achar um lugar que estava recém reformado, então o trabalho vai ficar mais em deixar ele da nossa cara e pintar as paredes, trocar alguns móveis. Minhas boards do Pinterest nunca viram tanta atividade quanto nos últimos tempos! Já tive ideias e desisti depois algumas milhares de vezes, mas adoro esse processo.

Tenho sorte de ter um namorado noivo (!!!) que é tão dado ao DIY quanto eu. Vou tentar registrar todos os nossos projetos por aqui. Eu não tenho muita paciência pra fazer vídeo de DIY – dá um trabalho do cão – mas podem esperar as fotos.

A primeira coisa que vou fazer depois que a pintura estiver pronta, antes de mudar, é uma limpeza de energia. Vou preparar tudo e ensinar por aqui como faço também. Eu me importo muito com a energia do lugar, então tento sempre começar com uma boa faxina, incensos e uma dança feliz. No apartamento que moro agora, a primeira música que dancei foi Modern Love, do David Bowie!

Essa mudança vai trazer muitas coisas incríveis pra nós. Espero poder receber amigos e ter momentos incríveis nessa nova fase. Sinto que estamos mudando muito, e definindo o que queremos como casal e como indivíduos. É um momento muito importante pra mim, e esses momentos nem sempre são fáceis, mas aceito o desafio!

Ansiosa pra compartilhar fotos e vídeos da nossa casinha nova com vocês. Quais são suas dicas de mudança?

TÔ CARECA!

Tem vídeo novo no canal!

Hoje falei um pouco sobre uma mudança radical que fiz recentemente. E quem me segue no instagram já sabia, né?

Uma coisa que eu esqueci de mencionar no vídeo é que falta bom senso nas pessoas. Se você encontra uma pessoa e ela realmente está com câncer, tudo o que ela não quer é que você sinta pena. Tenho amigas que tiveram câncer e sempre reclamavam que as pessoas falavam com elas como se elas fossem morrer. Não seja essa pessoa!

Vai lá me seguir no YouTube, que os vídeos sempre entram por lá antes do que aqui. Quem segue assiste primeiro!

O livro da Gaía Passarelli vai fazer você querer viajar agora

E pronto. A resenha podia terminar no título. Mas tem muita coisa que eu queria falar sobre esse livro, então acho que ele merece muito algumas outras palavrinhas.

Eu acho a Gaía uma mina muito foda, primeiro porque ela foi repórter de música numa época em que mulheres sofriam muito ao trabalhar nesse meio (continuam sofrendo), e sempre que a vi pela MTV pensei que ela era uma mina corajosa pra cacete. Segundo porque ela sempre viajou muito, e com redes sociais eu acompanho as viagens faz um tempo e, porra, quem não quer ganhar a vida viajando? Todo mundo. Mas poucos podem e conseguem, porque viajar é legal mas estar aberto às experiências que as viagens podem te trazer é só pra alguns.

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Eu nunca viajei sozinha por mais que dois dias – os quais passei trabalhando no Lollapalooza Chile. Foi minha primeira viagem internacional e eu chorei de felicidade porque andei de metrô sozinha num país que não era o meu. Pra quem tem ansiedade, crise de pânico e coisas do tipo, foi um grande marco. De qualquer forma, viajar sozinha continua sendo um tabu pra mim.Além disso, o medo de ser mulher em outro país realmente é bem grande. O livro da Gaía me ajudou a perder o medo de um monte de coisas, e vi o quanto você pode viver os lugares que vai de forma diferente se estiver sozinha.

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Mas o livro não é apenas uma série de dicas de viagem para meninas viajando sozinhas. Aliás, a menor parte do livro é isso. O que me tocou mesmo foi o quanto a Gaía conseguiu ser sincera e clara sobre quem ela é durante o livro. Não é qualquer um que consegue dar a cara a tapa e falar que sofreu de amor sim, chorou catarrenta igual a gente sim, usou drogas sim. Definitivamente não é o livro amaciado que a gente tá (infelizmente) acostumado a ler. O livro é sobre uma mulher viajando sozinha e transando por um fim de semana inteiro com um desconhecido, experimentando ahayuasca e ficando sem dinheiro pra comer. É real. E, de novo, me mostrou o quanto a autora é corajosa. Hoje em dia a gente não acha muita gente que tem coragem de mostrar realmente quem é.

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Ah, não posso terminar esse post sem falar o quanto as ilustrações são lindas, pela artista plástica Anália Moraes! Combinam perfeitamente com o clima do livro, e você se sente uma amiga das duas trocando ideias sobre os causos da vida. Daqueles encontros deliciosos que quando você vê já é hora de partir, terminar o café frio numa golada e guardar na estante.

Você pode comprar o Mas Você Vai Sozinha, da Gaía Passarelli, na Amazon, por R$31,90. Foi esse o preço que eu paguei e chegou no dia seguinte com frete grátis na minha casa (em São Paulo). Mas fica de olho que a Amazon sempre tem promoção!

Hoje não tem vídeo novo :(

Pessoal,
hoje é dia de vídeo novo, mas nosso país está em luto por causa do desastre aéreo que envolveu atletas do Chapecoense, equipe e jornalistas. Por isso, o vídeo só sobe amanhã, pra gente ter tempo de respirar fundo e pensar melhor sobre a fragilidade de nossas vidas, e o que estamos fazendo com nosso tempo no mundo.
 
No mais, todo meu apoio e força às famílias daqueles que perdemos hoje.
 
Beijo,
Dani.

A responsabilidade das influenciadoras feministas

Durante esse ano vivenciei e presenciei situações que me fizeram pensar muito na questão das influenciadoras feministas. Temos mulheres incríveis que estudam e entendem do que estão falando, que sabem e conhecem as consequências de seus discursos. Mas com a questão do empoderamento crescendo, vimos muitas blogueiras e influenciadoras digitais se autodenominando as vozes do feminismo. Não estou aqui pra caçar a carteirinha de feminista de ninguém, mas pra propor que a gente coloque nossa mão na cabecinha e analisemos tudo o que falamos por aí.

Eu resolvi fazer este post porque nas últimas semanas vi pelo menos cinco meninas falando sobre o jejum intermitente (por alto, uma “dieta” que emagrece pacas, mas que as minas chegam a ficar 24 horas sem comer). A maior parte das minas que falaram sobre isso são mulheres adultas, com um público mais jovem pois, afinal, é a internet. E isso me deixou muito chateada.

Eu tenho compulsão alimentar. Comer, pra mim, é um vício. Eu já chorei comendo. Isso começou a acontecer comigo depois dos 23 anos. Algumas vezes, quando eu era adolescente, eu cheguei a vomitar depois de comer porque alguém comentou que eu tinha uma “barriguinha” (eu pesava 40kg e tinha 1,60, era muito magra, mas sempre tive uma barriguinha saliente que não é nenhum problema). Viver a compulsão alimentar foi, pra mim, um tapa na cara. Foi perceber o quanto eu tive problemas com minha imagem quando era adolescente e o quanto isso afetou quem eu sou hoje.

Tem uma pesquisa de 2014, feita pela secretaria de saúde do estado de São Paulo, que mostra que 77% das jovens em São Paulo apresentam propensão a desenvolver algum tipo de distúrbio alimentar, como anorexia, bulimia e compulsão por comer. E 46% afirmaram que mulheres magras são mais felizes.

Incentivar meninas a ficarem sem comer é uma enorme irresponsabilidade, ainda mais quando a pessoa se diz feminista, porque ela está afirmando que é ok sofrer, passar fome e ter atitudes não saudáveis em busca de um padrão de beleza que é inalcançável. Mas se a menina vê que a feminista falou, então parece ser ok aos olhos do feminismo, e não é. Sempre vai ter algo que poderia ser diferente no seu corpo, pra quem tem um problema com a autoimagem. Ser saudável é diferente de fazer qualquer coisa por ser magra e, principalmente, ser magra não significa ser feliz.

O feminismo vai muito além da jaquetinha rosa escrito girl power, de achar engraçado as miga drag queen e ouvir Lady Gaga e Beyoncé. O feminismo nem sempre é cor de rosa, aliás, o feminismo muitas vezes não é cor de rosa. Tem pautas pesadas e importantíssimas como aborto, estupro, disturbio alimentar, suicídio e outras coisas que no nosso mundo ideal a gente nunca falaria sobre porque elas não existiriam, mas elas existem, e precisam ser faladas por nós também.

A gente precisa sair do casulo de algodão doce e falar sobre coisas que doem também. E entender como as coisas afetam nossas leitoras, assinantes, seguidoras. O quanto o que falamos afeta tudo ao nosso redor, inclusive nossa vizinha, a colega de trabalho, a mina que sentou do seu lado no ônibus. A nossa atitude importa, não porque somos influenciadoras, mas porque somos mulheres lutando por um mundo melhor pra TODAS as mulheres, não só pra nós.

Nós, como influenciadoras feministas, temos o DEVER de problematizar, discutir, pensar mil vezes antes de fazer um post ou um vídeo, de fazer colaborações com canais que não condizem com a nossa ideologia. Porque se A GENTE abre exceções e acha que “tá tudo bem”, nós estamos dando dez passos pra trás numa luta de centenas de anos, e afirmando para as meninas que é ok. Que é ok ficar doente pra ser magra, que é ok deixar alguém fazer algo que você não gosta, que é ok ser amigo de um cara machista que abusa e objetifica mulheres, que é ok viver num mundo não feminista.

E não é ok.

[VÍDEO] Sete mentiras que contam sobre feministas

Tem vídeo novo no canal!

Tempos atrás pedi ajuda para as minhas amigas no Facebook, para que me contassem os absurdos que elas ouvem sobre feministas em discussões de internet. Foi TANTA coisa, que precisei escolher as mais citadas, senão faria um longa metragem. O resultado é esse vídeo aí, que espero que nos ajude a diminuir o preconceito em relação a uma luta tão importante.

Não esquece de assinar o canal pra receber os vídeos novos (que estão entrando duas vezes por semana agora, percebeu?)

Fazendo terapia pela internet

Quem me acompanha faz tempo sabe que eu tenho um problema com ansiedade, e também sabe que esse ano eu dei uma volta muito louca na minha vida. Mudanças são ótimas e eu as adoro, mas nem sempre é tão fácil de lidar, principalmente se parece que a sua cabeça está contra você.

Então quando o pessoal do Zenklub entrou em contato comigo pra ver se eu toparia testar a ferramenta, eu achei ótimo, porque já estava estudando formas de voltar a fazer terapia ou análise. Ainda não sabia como, mas sabia que eu tinha que parar de postergar urgentemente. Dito isso, obviamente topei.

Essa é a sala que você será atendida. Tirei o print antes da profissional entrar, pra não expô-la.

Essa é a sala que você será atendida. Tirei o print antes da profissional entrar, pra não expô-la.

O Zenklub é uma plataforma online que permite que você encontre um psicólogo que atenda suas necessidades, agende uma consulta e tenha seu atendimento na data e hora marcado. Tudo isso completamente online. Você entra numa sala virtual e conversa com seu psicólogo como se fosse num Skype, com a segurança de que sua sessão não está sendo gravada por eles.

As sessões custam entre 80 e 300 reais, dependendo do profissional.

Um dos meus problemas com a terapia é que nos meus piores dias, quando a crise da deprê e da ansiedade pegavam de vez, eu simplesmente não conseguia ir à minha sessão. Porque só de saber que tenho que levantar da cama, pegar transporte público e falar sobre coisas que doem já é demais pra mim. Esse problema foi resolvido, porque nesses dias (que espero que sejam cada vez menos frequentes) eu só preciso rolar da cama. Tenho certeza que a psicóloga vai entender o fato de eu estar de pijama…

Essas foram minhas primeiras impressões. Como é difícil falar com apenas uma sessão, e eu queria dar essa dica logo pra vocês, daqui a 4 semanas eu vou fazer um vídeo lá no meu canal no YouTube contando como foi minha experiência durante o mês. Assina lá pra ficar sabendo antes, ok?

Quero dizer que isto não é um publi, mas uma permuta para eu testar os serviços e contar com total transparência qual a minha opinião. Se eu achar ruim, vou falar, se eu achar bom vou recomendar!

Pra conhecer e experimentar o Zenklub, a primeira consulta é grátis. Só acessar aqui.

Ajude a Casa 1 (e faça um workshop de automake comigo)!

No primeiro semestre encontrei o Iran para gravarmos um vídeo do Vote LGBT e ele me contou desse projeto que estava nascendo. A Casa 1 seria a evolução do que o Iran já fazia em sua casa – abrir o espaço para acolher jovens LGBT que estivessem passando por situações difíceis, principalmente com a família. E a gente sabe que não é raro isso acontecer…

O Iran viu que só seu apartamento não ia dar conta de todo mundo que precisava de um espaço, então teve a ideia de criar a Casa 1: um espaço de acolhimento que além de oferecer um teto, dá oportunidades e socialização para a vida destas pessoas. Então a Casa vai ser um Centro Cultural, um espaço de palestras, cursos e workshops – para os moradores e para o público em geral!

Mas a casa precisa de dinheiro pra isso acontecer, então está rolando um crowdfunding. Muita gente legal se juntou para oferecer cursos cuja renda será totalmente revertida para a Casa, inclusive eu! Terei uma turma de automaquiagem com 6 alunxs por lá no ano que vem, e você pode se inscrever e ajudar esse projeto. Que tal?

 

O link para saber mais e ajudar a casa é esse aqui. Nos vemos por lá?

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