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Wishlist de Abril

Dois meses já configura ANIVERSÁRIO CHEGANDO? Faço 29 anos (ainda praticamente uma adolescente) no dia 6 de junho e já tô enchendo minha wishlist de coisinhas maravilhosas que quero muito!

WishlistAbril

1. Recebi ontem mesmo o release dessa coleção Glam Punk da Chilli Beans que começa a vender agora em Abril nas lojas. Esse modelo é maravilhoso! A partir de R$289.
2. O modelo 80’s Superstar Metal Toe da Adidas é a minha cara (e combina com o óculos da Chilli Beans, haha). Eu amo os tênis da Adidas e esse tem uma vibe Mad Max que eu curto muito e combina demais com o meu estilo. Na loja virtual deles, por R$499.
3. Amo bolsa satchel e essa da Petite Jolie é uma gracinha. Esse verde sereia é minha cor favorita. Tem na loja virtual temporária da marca por R$139 e tá rolando ação com algumas blogueiras. A “embaixadora” da bolsa é a Kah, do E Aí Beleza ;)
4. A paleta Vice 3, da Urban Decay, tem todas as cores de sombra que eu quero na vida. Todas. Pode me dar. Eu agradeço. U$60 no site da marca. Não vi pra vender ainda no Brasil.

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Cinco coisas que eu sinto saudade de Nova York

Existem cinco coisas muito bobas e sem graça, mas que eu sinto muita falta em Nova York, e nas quais eu penso todos os dias.

  1. Passar de ônibus aos domingos pelo bairro judeu do Brooklyn e ver as famílias todas a pé indo fazer suas coisas no fim do dia. As mães com as crianças pequenas e meninas, com as roupas todas parecidas em preto, branco e azul escuro, a cabeça coberta com algum chapéu ou lenço. Os meninos mais velhos e os homens todos unidos, com seus chapéus de abas largas ou pêlos, aqueles cachinhos do lado. Me sentir uma estranha sem entender uma palavra do que eles falam, com meu top cropped sendo um absurdo intrusivo em sua cultura rígida. Estar em outro país, dentro de outro país.
  2. O metrô que faz vinte graus (Celsius, ainda não aprendi a pensar em Fahrenheit) a mais debaixo da terra do que fora. Se está calor na rua, lá embaixo estará insuportável, e dentro do trem vai estar congelante por causa do ar condicionado. Se está frio do lado de fora, você vai começar a tirar todos os casacos na escada, e colocar alguns de volta ao entrar no vagão. Entre o tira e põe de casacos e o suadouro da estação, perde-se algumas calorias.
  3. A cor do céu. É diferente. Eu não sei se é por causa do hemisfério, já que eu nunca fui pra outro lugar no mundo. Mas o céu de Nova York é lindo demais quando o sol se põe no horizonte dos prédios de tijolinhos. Um dia eu parei no meio da rua e derramei uma lágrima. Felicidade era aquilo.
  4. Sentar na Union Square por quarenta minutos e contar quantos tipos de gente louca aparece — dançarinos brancos, travestis, pessoas com cachorros, b-boys, velhinhos, traficantes, namorados, cantores indies, turistas japoneses, moças fashionistas, homens de negócios, trabalhadores latinos, repórteres, policiais, bandas de jazz completas que surgem do nada, eu e você.
  5. Sair com a roupa mais estranha que eu tinha na mala e ninguém me olhar torto ou feio, ser paquerada na rua (por uma menina bonita) mesmo estando do lado do meu namorado e ainda encontrar uma garota com uma roupa igualzinha a minha.

    Porque, afinal, é Nova York.

    [highlight_sty background=”#FFF000″ color=”#000000″]E você pode ser quem você quiser.[/highlight_sty]

 

(esse post foi publicado originalmente no meu Medium.)

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A última coisa que deu errado.

Eu passei duas semanas infernais.

Tem blogueira que não gosta de falar que sente. Eu não consigo me resumir a xampu, sapato e maquiagem. Não que seja errado escolher só falar sobre certas coisas e não querer expor sua vida pessoal ou seus sentimentos. Mas eu passei tantos anos escrevendo só poesia que seria muito fora do natural não falar desse tipo de coisa que todo mundo passa, mas a gente usa a internet pra fingir que vive uma vida sorridente em um filtro de instagram.

Nas últimas duas semanas eu tive problemas relacionados à saúde, física e emocional. Fiquei doente. Tive um lance de família meio bizarro. Precisei cancelar uma discotecagem que eu queria muito fazer. Umas paradas de grana, umas paradas de trabalho. Não, eu não vivo do blog, infelizmente, por mais que eu queira muito – ele nem paga minhas contas. Meu macbook novinho foi pra assistência duas vezes. Eu perdi um monte de arquivos, fotos e vídeos que eu tinha gravado e estava faltando só editar pra postar aqui e no YouTube. Eu quis desistir, dormir, fugir, mudar de nome.

Muita coisinha deu errado. Minhas unhas quebraram, minha pele está horrível, eu estou bem acima do meu peso, meu guarda-chuva quebrou, saí de sapatilha no dia em que precisei andar com água até a canela e de bota quando fez trinta graus, me irritei em casa, minha conta de gás voltou,  eu fui tomar um passe e dei de cara com a porta.

De manhã, meus olhos se arregalavam às cinco e quarenta. Quando eu acordava ainda não estava nem claro do lado de fora, minha cabeça latejava e eu estava consciente do meu corpo inteiro de uma forma que a gente só fica quando está doente. Quem disse que consciência corporal é sempre uma coisa boa? Cada músculo de mim doía. Eu tomei remédio. Eu cansei de remédio. Eu comecei a fazer terapia convencional pela primeira vez na vida. Eu me enrolei no colo do meu namorado como se fosse um tatu bola.

Aí hoje de manhã eu encontrei um conhecido no ônibus, que eu não via faz tempo, mas que me acompanha pelo Facebook. Ele disse:

– Nossa, seu computador quebrou de novo. Que azar, né?

Eu fiquei pensando nisso de azar, de estar cansada, de reclamar da vida. Pensei na minha vida profissional nos últimos tempos. No resumo torto que fiz pra psicóloga do último ano da minha vida. E eu decidi que não vou deixar que seja assim. Que essa merda toda é, sim, uma merda, mas ela vai ter um fim. Eu vou dar a volta por cima nessa caceta toda. Vocês vão ver. Eu suspirei, olhei pro meu amigo, e falei:

– É sim. Mas foi a última coisa que deu errado.
– Ué… porquê?

Eu sorri, meio forçado, meio me forçando, meio com o restinho de boa vontade que eu sei que tá lá dentro de mim:
– Porque eu estou mandando.

 

 

10 coisas que lembram os tempos de colégio

Mais um tema do mês do Rotaroots por aqui! Como na semana passada teve um vídeo falando dos dez fatos da minha infância (já assistiu?), nada mais justo que falar sobre dez coisas que me lembram os tempos de colégio, certo?

Eu não era a pessoa mais popular na escola, porque cresci no interior e sempre fui meio revoltadinha e estranha. Fui a primeira a ter cabelo colorido numa escola particular, isso fez com que meu círculo de amizades tenha sido engolido por um buraco negro! Mas tenho memórias muito boas daquela época, mesmo que não sejam exatamente da escola.

1) Jogar taco (ou Bets, em alguns lugares do país)
Eu não era muito fã de esportes mas por um período a minha escola resolveu colocar taco no campeonato interclasses. Foi por pouco tempo até alguém quebrar uma janela, mas era divertido. No interior a gente joga muito taco na rua, e se ela estiver cheia de lama, melhor ainda (só as mães que não curtiam muito essa ideia).

2) Cherry-coke
Por um breve período da quinta-série, venderam cherry coke na cantina da minha escola. Foi incrível pro meu paladar infantil.

3) CPM22
Meu melhor amigo da adolescência era o Bilú. Ele era um moleque gordinho, de aparelho, que gostava de hardcore. A gente passava o intervalo dividindo o fone de ouvido com o CD do CPM22 no discman. Bons tempos. (Hoje o Bilú não atende mais por esse maravilhoso apelido, o nome dele é Ricardo e ele é personal trainer e lindo. Way to go, brother!) Essa música era nossa favorita:

4) mIRC
Na época da escola eu comecei a usar o mIRC pra conhecer outras pessoas daqui de São Paulo (porque eu morava no interior) que gostassem das mesmas músicas que eu. O mIRC, pra quem não sabe, era tipo um programa bem tosco de bate-papo. As salas eram chamadas de “canais” e tinham arrobas na frente. Por exemplo, eu frequentava muito o @punk e o @feelings. Tenho amigos de lá até hoje! Sempre dava um jeito de ficar até tarde acordada pra conectar depois da meia noite, que era mais barato (era época da conexão discada). Era muito fácil pegar vírus usando esses programas.

5) Escrever cartinhas
Até hoje na casa da minha mãe tem uma caixa minha cheia de cartas das minhas amigas, inclusive CARTAS DE METRO de namoradinhos apaixonados. Ok, não precisa do plural, foi um só.

6) Camiseta três números maior
Nada de baby look com barriguinha de fora. Naquela época que eu estava podendo, só usava camisetas que pareciam ter saído do armário do Jô Soares.

7) Pulseirinha de metal (que arrancava os pelinhos dos braços)
Eu tinha milhares de pulseiras e zero pelos nos braços. Era o método de depilação mais fashion e eficiente dos anos 90.

8) Os meninos do terceirão
Toda menininha era apaixonada por algum cara do último ano do ensino médio, o terceirão. Morri de rir quando, anos depois, ouvi uma música de uma banda chamada Debutantes99 que dizia “nanana eu não sabia não, que as meninas da oitava série são afim dos caras do terceirão”. Acho que é o tipo de coisa que você só se toca mesmo quando chega lá.

9) Assinar o all-star dos amigos
Eu usei meu tênis que foi assinado pelos meus amigos do terceiro ano até o fim da faculdade, quando minha mãe decidiu que era hora de jogar fora. Foi triste, mas não dava mais pra andar com ele na chuva.

10) Ir pro fliperama depois da aula
Essa foi depois que eu mudei pra São Paulo, no terceiro colegial! Aqui eu tinha vários amigos parecidos comigo e às vezes a gente ia até a estação São Bento dar uma voltinha na galeria e jogar fliperama ali no centro, entre os office-boys e os orientais fissurados pelas máquinas de dança.

 

Esse meme é um tema do grupo Rotaroots, pra quem tem saudades dos blogs de raiz!

Maravilhosidades da semana #3

Semaninha mais curta, parece que o outro post de maravilhosidades foi ontem, mas passei o feriado procurando coisas legais e inspiradoras, afinal, não pulei carnaval. Aqui o que encontrei nos meus momentos de ócio entre editar um vídeo e uma foto pros próximos posts do blog ;)

♥  Amo as ilustrações da Juliana Rabelo e nesse post aqui ela conta como foi o processo de aprendizado dela na arte. Eu fiz faculdade de design com ilustradores incríveis e sempre gosto de ouvir histórias sobre como eles desenvolveram suas técnicas.

♥ O dono desse tumblr faz GIFs que captam a vida moderna no Japão, no estilo 8 bit. É lindo demais.

♥ Sou fascinada por Cinemagraphs. Acho que tem algo de assustador e lindo ao mesmo tempo. Já tinha visto muitos ensaios de moda utilizando a técnica, e esses aqui, por Daria Khoroshavina, mostram uma receita de strudel <3

 

CarnavalBlog

Guia de Sobrevivência (pra fugir) do Carnaval

Eu tentei, mas não consigo gostar da folia. A não ser que eu esteja num ambiente open bar, com comida e amigos, até arrisco uns passinhos. Gosto um pouco de assistir uns pedaços dos desfiles porque acho muito bonito e muito tosco ao mesmo tempo. Mas não tenho pique de sair da minha casa cantar ôÔôÔ Aurora pela Vila Madalena e ter que fazer xixi na rua. O máximo de carnaval que terei nesse feriado é uma provável passada no Bloco 77, que faz versões de músicas punk ;P

Se você é como eu, ou pior, saiba que TEM JEITO. Você não precisa passar o carnaval aguentando skindô skindô alheio. Faça seus amigos entenderem que você não gosta da parada toda mesmo e siga uma das minhas sugestões pra curtir um feriadão tranquilo:

1) Assista todos os filmes do Oscar que você ainda não assistiu
A premiação acontece na semana seguinte do feriado (dia 22 de fevereiro). São 45 filmes e 15 curtas. Vários deles você já consegue assistir no Popcorn Time, então não tem nem desculpa. Compra pipoca, alguns snacks, vinho, e pode começar a maratona. Eu recomendo que você comece por Birdman, The Imitation Game e Theory of Everything. E depois, Big Hero 6 pra dar uma quebrada na seriedade e ver um indicado à Melhor Animação! Use esse checklist pra saber quais são todos os filmes indicados e quais ainda falta você ver.

Se Julianne Moore não levar o Oscar por Still Alice não respondo por meus atos.

2) Junte seus amigos que não gostam de Carnaval e faça uma festinha temática fora de época
Você pode descontar todo seu ódio à data fazendo uma outra festa. Tema mexicano (fiz uma um tempo atrás e tô até hoje de ressaca) ou até mesmo um Halloween (que é tipo o carnaval dos gringos mas não conta pra ninguém).

3) Viaje pra um lugar sem internet
Uma vez eu fui para o Bonete e lá não tem qualquer sinal de nada. Nem televisão, nem internet… Em Ubatuba, aonde passei o ano novo, também foi assim e até rendeu um post sobre um detox digital que fui forçada a fazer! Aproveite pra curtir o feriado numa chácara, na praia, ter contato com a natureza, tomar um solzinho, nadar e, o principal: dormir muito.

4) Reorganize sua casa (seu armário, seu home office…)
Tenho certeza que isso vai te manter ocupado por pelo menos uns três dias.

5) Aprenda um hobby novo
Algumas coisas são simples e você só precisa se dedicar um dia ou dois, principalmente se tratando de artesanato. Que tal um projeto de bordado? Pra quem gosta de ponto cruz, no Etsy você pode comprar vários desenhos descolados pra fazer seu próprio quadrinho, e receber o pdf digital pra começar no mesmo dia. Ou então, que tal fazer seus próprios friendship bracelets? Ou quem sabe seguir esse vídeo dessa blogueira muito legal e criar um móvel novo pra sua sala:

Tema sugerido no grupo Rotaroots – Blogueiros de Raiz

keep-calm-and-don-t-be-a-bully-7[1]

Trote é legal?

Outro dia, enquanto descia pela Avenida Angélica de ônibus quando voltava do trabalho, vi alguns alunos do Mackenzie tomando trote. Os meninos estavam pintados e com farinha no cabelo. Já as meninas, além da tinta e da farinha, tiveram suas roupas cortadas na região dos seios, das coxas, da barriga e da bunda. Uma das meninas estava com um ex-calça que os veteranos devem ter cortado as pernas, a deixando com um micro-short, que puxava o tempo todo pra baixo, claramente incomodada com a situação.

A cena me deixou com um nó na garganta. Eu tenho uma história lixo com trote, e vou contar de forma resumida: em 2005 entrei na faculdade, mas como minha turma era a primeira do curso, os alunos de outro curso deram trote na gente. Eu fui pedir dinheiro no farol, como mandaram. Não estava afim, pois estava muito sol e eu sou muito branca, mas eu queria muito fazer novos amigos… então acabei indo pra não ser a “chata” que não quer participar da brincadeira. eu tinha 18 anos e não manjava muito da vida. Quando a gente tem essa idade e quer se enturmar, se sente mal por dizer não. Então eu fiquei lá, no sol, pedindo dinheiro no farol, e os meus veteranos viram que eu estava ficando vermelha. Eles não fizeram nada pois, de acordo com eles mesmos “Bixo tem é que sofrer”. E eu sofri. Sofri com uma insolação severa, hospital, soro, e uma semana de cama.

Todos os anos a gente vê relatos de abusos que resultam em acidentes graves e até morte. Isso sem contar todos os que não são denunciados, como essas alunas que ficaram seminuas como eu pude ver, e tantas outras que são obrigadas a simular sexo oral em legumes e coisas do tipo Isso não é divertido e nem legal. Nós mulheres já temos que aguentar abuso todos os dias na rua. Entrar na faculdade é muito legal, vamos nos formar profissionais e fazer muitos novos amigos. A primeira semana não tem que ser traumatizante de nenhuma forma. E ninguém tem que aceitar abuso pra ser incluído, não importa seu gênero.

Se você está entrando na faculdade agora e não quer passar por isso, se manifeste e diga não. Vá direto pro bar, faça amigos de outras formas, converse com as pessoas. Se você está passando por um farol, não dê dinheiro pra essa galera. Não incentive a humilhação. Guarde seu dinheiro para uma causa mais importante e gente que realmente precisa, como uma associação que ajude crianças, animais, ou pessoas em situação de risco. Se você é veterano, seja consciente e aprenda a respeitar o espaço do seu calouro. Não é porque você teve um veterano idiota que você precisa ser um também. Don’t be a bully.

Em tempo: quando chegou minha hora de dar trote, levei filtro solar e passei em todo mundo. Ninguém que não quis participar, não participou. Eu mesma não fiz ninguém ir pro pedágio e fui direto pro bar. Fiquei sabendo esses dias que meus bixos fizeram o mesmo nos anos seguintes. Fiquei feliz :)

 

Como eu sobrevivi a um detox digital

Sei que dramatizei um pouquinho além do permitido no título, mas foi exatamente isso. Numa época em que a gente tá sempre grudado no celular em todos os lugares – no metrô, no banheiro, na cama -, ficar sem conexão é praticamente uma questão de sobrevivência.

Eu estava pensando em trocar de operadora recentemente mas acabei não fazendo isso, e quando resolvemos ir de última hora pra Ubatuba no fim do ano eu acabei ficando sem qualquer sinal de internet. Até conseguia fazer ligações, mas quem faz ligações hoje em dia se não for um assunto urgente? Então fiquei sem acesso à Facebook, Instagram e Whatsapp por uma semana.

DetoxDigitalMagentinha

Nos primeiros dias foi meio difícil. Eu fiquei meio entediada em alguns momentos, até cheguei a tirar fotos e colocar pra postar no Instagram (assim elas subiriam de uma vez quando eu chegasse em São Paulo) mas acabei deletando e deixando pra postar depois. Nos primeiros dias nós fomos até o centro de Ubatuba mas nem lá eu tive um sinal decente que desse pra ver qualquer coisa direito, e foi aí que eu percebi que ia ter que superar esse vício.

A coincidência é que eu estava terminando de ler o livro da Arianna Huffington que já falei no meu vídeo de Favoritos 2014, e ela fala sobre essa necessidade que nós temos de ficar conectados o tempo todo e como isso faz mal pra nossa saúde. Não conseguimos desconectar nossa mente do trabalho e dificilmente temos um tempo só pra nós. Resolvi que esses dias eu ia esquecer que existe rede social e simplesmente tomar cerveja na piscina, comer churrasco, terminar meu livro e curtir meu namorado.

E foi isso que aconteceu: eu só usei o celular pra tirar umas poucas fotos. Nós levamos a Polaroid Cube (um post sobre ela entra em breve) com a capa pra tirar fotos debaixo d’água. A casa em que ficamos era de frente pra praia, literalmente, então nós dificilmente ficávamos na praia (acho que só precisei levar bolsa uma vez). Costumávamos sair da casa pra entrar no mar e voltar, ou pra caminhar de manhã e no fim do dia. Fomos em outra praia, pegamos uma trilhinha, mas nenhuma dessas vezes eu levei alguma coisa comigo, muito menos o celular. Não rolou a clássica selfie debaixo do guarda-sol, a maior parte das fotos é dos bichos que moravam na casa (um gato e um cachorro, já postei foto deles depois que voltei no meu Instagram).

Eu percebi que foi muito mais leve não passar uma semana lendo as pessoas reclamando da uva passa no arroz ou de qualquer coisa que seja. A gente usa muito as redes sociais pra desabafar, e isso pode até dar um pouco de alívio na hora, mas ler os desabafos e reclamações de todo mundo o tempo todo traz um peso pra nossa vida que não existia antes. Lembra quando o Orkut só servia pra fazer amigos e postar fotos? Hoje todo mundo quer dar a opinião e mostrar como está mais insatisfeito com a vida, com o governo e até com as celebridades. Não tem nada de errado em estar insatisfeito com a política atual, mas só reclamar no Facebook não muda muita coisa. Eu fico particularmente exausta lendo meus feeds, e não tive esse sentimento na minha semana de detox digital.

Agora que estou de volta, estou tentando usar menos algumas redes sociais. Claro que preciso estar nelas por causa do blog, do trabalho e tudo mais, mas eu andava postando muito no Facebook e acabava entrando em discussões que só me deixavam irritada. A real é que a gente não pode impedir as pessoas de pensar de forma diferente, e algumas delas não querem aceitar sua opinião, então 99% dessas discussões online não levam a lugar algum.

Também parei de ficar grudada no celular antes de dormir. Tenho lido ou visto algum filme/série e deixo o celular na cabeceira. Quando acordo, vou primeiro escovar os dentes e lavar o rosto antes de ler meus feeds, e fiz uma boa limpa nas minhas assinaturas.

Que tal começar o ano com uma vida menos dependente da internet? Aposto que estamos perdendo muita coisa que acontece fora dessa telinha.

Meta #1 pra 2015: viver mais a vida offline!

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Drops Sabor Magenta: Sabatella, Julian Blanc e Luzes Novas!

Hoje cheguei em casa e a iluminação que eu comprei pra gravar vídeos havia chegado! Eu fiquei tão feliz que comecei uma sériezinha nova pra vocês, Os Drops Sabor Magenta são vídeos em que eu falarei de vários assuntos diferentes, sendo eu mesma (ou seja, tonta) e sem pretensão nenhuma! Hoje falei sobre Letícia Sabatella diva deitando na BR e o caso do idiota do Julian Blanc.

Eu tenho dormido umas quatro ou cinco horas por noite, então por favor, ignorem minha cara de sono!

 
No vídeo eu falo sobre a petição para expulsar Julian Blanc do Brasil. O cara é misógino e incita violência de gênero. Tudo o que a gente não precisa é de um idiota falando que estuprar é legal. Então assine aqui!

 

Vocês gostaram desse tipo de vídeo? Eu certamente me diverti fazendo. em breve posto outro com mais assuntos polêmicos e danças felinas!

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