Campanhas de proteção à mulher no RJ ampliam canais de denúncia: 9 benefícios!

As campanhas de proteção à mulher no RJ têm se multiplicado e se tornado cada vez mais sofisticadas nos últimos anos.

Iniciativas como o Agosto Lilás, a campanha “Não é Não” e o programa “Se liga ou eu ligo 180” demonstram o compromisso do estado com o enfrentamento à violência de gênero.

Essas ações, promovidas pela Secretaria de Estado da Mulher em parceria com órgãos federais e municipais, ampliam significativamente o alcance da rede de proteção. Acompanhe a matéria!

Confira 9 benefícios do aumento de campanhas de proteção à mulher no RJ

Ampliação do conhecimento sobre o Ligue 180

O Ligue 180 é o principal canal de atendimento à mulher em situação de violência, funcionando 24 horas por dia em todo território nacional. As campanhas intensificam a divulgação desse número, especialmente em períodos de grande circulação como o Carnaval.

Faixas em rodovias, materiais informativos em postos da PRF e ações em blocos de rua levam a informação onde o povo está.

Materiais de apoio costumam citar diferentes frentes de atendimento, incluindo suporte jurídico com advogado Lei Maria da Penha RJ.

Criação do protocolo “Não é Não! Respeite a Decisão”

O Governo do Estado estabeleceu o protocolo “Não é Não! Respeite a decisão”, que define medidas claras para prevenção e acolhimento em espaços de aglomeração.

Bares, restaurantes, hotéis, eventos e meios de transporte passaram a ter obrigações específicas para garantir a segurança das mulheres. Funcionários são capacitados para identificar situações de risco e oferecer acolhimento humanizado.

Essa padronização fortalece as campanhas de proteção à mulher no RJ ao criar uma cultura de respeito e responsabilidade compartilhada. Mais de 15 mil profissionais já foram qualificados em todo o estado.

Fortalecimento da Patrulha Maria da Penha

A Patrulha Maria da Penha completou cinco anos em 2024 e já realizou mais de 75 mil atendimentos a mulheres em situação de violência.

O programa conta com 668 policiais militares capacitados atuando em todo estado. As mulheres inseridas no programa podem acionar as equipes diretamente por telefone celular ou pelo aplicativo Rede Mulher.

O aplicativo possui botão de emergência que aciona a central 190, permitindo registro de ocorrência online e listagem de centros especializados. A tecnologia amplia o alcance das campanhas de proteção à mulher no RJ.

Expansão dos centros especializados de atendimento

O estado conta hoje com três centros especializados de atendimento à mulher, 14 Delegacias Especializadas (DEAMs) e um abrigo sigiloso para vítimas.

Somente no primeiro semestre de 2024, os centros realizaram 6.725 atendimentos com apoio jurídico, psicológico e social. O Lar da Mulher, abrigo sigiloso, acolheu 492 pessoas em 2023.

Essa estrutura física é essencial para que as campanhas de proteção à mulher no RJ tenham para onde encaminhar as vítimas de forma efetiva.

Criação do selo “Mulher + Segura”

Estabelecimentos que capacitam pelo menos 70% de sua equipe e implementam o protocolo “Não é Não” podem solicitar o Selo Mulher + Segura.

A certificação é anual e considera critérios como sinalização adequada, canal acessível para denúncias e ambiente seguro para acolhimento. O selo incentiva a adesão voluntária de empresas à causa.

Essa iniciativa privada fortalece as campanhas de proteção à mulher no RJ ao envolver o setor produtivo na rede de proteção.

Campanhas educativas nas escolas

Em parceria com a Secretaria Estadual de Educação, a Secretaria da Mulher visita escolas e alerta adolescentes sobre violência doméstica e no namoro.

Os jovens aprendem a reconhecer situações de abuso e as formas de denunciar. A prevenção desde cedo é fundamental para romper ciclos de violência.

A formação de novas gerações garante a sustentabilidade das campanhas de proteção à mulher no RJ no longo prazo.

Capacitação profissional para mulheres em situação de violência

Desde 2023, uma parceria com a Faetec reserva 5% das vagas de cursos profissionalizantes para mulheres vítimas de violência.

O programa Pronatec Mulheres Mil já formou centenas de mulheres em situação de vulnerabilidade. A autonomia financeira é uma das principais ferramentas para romper o ciclo da violência.

Essas políticas de empregabilidade dão concretude às campanhas de proteção à mulher no RJ, oferecendo caminhos reais de recomeço.

Divulgação do WhatsApp do Ligue 180

Além do telefone, o Ligue 180 também pode ser acionado via WhatsApp pelo número (61) 9610-0180.

Essa alternativa facilita o contato para mulheres que não podem falar abertamente sobre a violência. A mensagem de texto permite pedir ajuda de forma discreta e segura.

A modernização dos canais amplia a eficácia das campanhas de proteção à mulher no RJ, alcançando mais mulheres em diferentes situações.

Integração com a Polícia Rodoviária Federal

A parceria entre Ministério das Mulheres e PRF levou faixas com a mensagem “Se liga, ou eu ligo 180” para postos rodoviários em todas as capitais.

A PRF também utiliza inteligência policial para identificar e prender agressores com mandados em aberto. Essa integração entre forças de segurança amplia o alcance da proteção.

As rodovias passam a ser também espaços de acolhimento, fortalecendo as campanhas de proteção à mulher no RJ em todo território fluminense. Até a próxima!