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Fui pra Porto Alegre, tchau! – Parte II

Um amigo tinha indicado o Lola Bar de Tapas (Rua Castro Alves, 422) e como era bem pertinho de onde estávamos hospedados, resolvemos conhecer. Grande indicação! O lugar é lindo e recomendo a todo mundo que mora em PoA ou que esteja indo visitar. A sangria é uma delícia, e as batatas rústicas bem gostosas. Climinha gostoso pra ir com amigos ou a dois e tirar várias fotos pra postar no Instagram que nem nós fizemos, haha.

Depois fomos pra um boteco chamado Bambus – se você mora em São Paulo e frequenta a Augusta, o Bambus é o Bahia de Porto Alegre. Ficamos bebendo cerveja e conversando até meia noite quando iríamos pra uma balada chamada Cabaret (Avenida Independência, 590) . O lugar é muito legal! É uma mistura de Funhouse em SP com Casa da Matriz no RJ, toca indie rock e estava bastante cheio. Fiquei em choque que uma vodka com energético – chamada COMBO – custa só dez reais (alô, eu moro em São Paulo). Nos divertimos muito.

No dia seguinte, morrendo de ressaca, só conseguimos almoçar numa churrascaria rodízio (obvio) e dormir até a hora do jogo do Grêmio x Santos. Um amigo tinha comprado ingresso pra gente e saímos um pouco mais cedo pra encontrá-lo e passar na GremioMania, uma loja enorme que tem várias coisas do time. Eu encontrei a camisa que queria, uma vintage réplica da camisa de 1983 – ela é de linha, muito linda! Depois entramos no estádio que estava lotado (os ingressos esgotaram dias antes) e o Chicó quis ficar na geral, bem atrás do gol. Ali, quando o Grêmio faz gol, rola a Avalanche e eu estava apavorada. Se você não sabe do que eu estou falando, segue um vídeo assustador pra ilustrar:

Basicamente quando o Grêmio faz um gol a torcida toda começa a correr pra baixo nas arquibancadas (e quem tá embaixo começa a subir). É um deus-nos-acuda. Mas eu achei que era pior! Passei mais perrengue no show do Foo Fighters, sobrevivi. Mas até o Grêmio fazer um gol, estava aterrorizada de medo. Haha!


Foi bem legal. Como íamos viajar bem cedo no dia seguinte, voltamos pro hostel pra descansar. Amei a viagem e foi bem gostoso estar por lá e viver várias coisas novas com o Chicó! Obrigada, Porto Alegre :)

 

Fui pra Porto Alegre, tchau! – Parte I

No fim de semana retrasado eu e o Chicó fugimos pra Porto Alegre. Ele é gremista fanático e queria se despedir do Olímpico (o estádio vai ser demolido no fim do ano, um outro muito lindo está sendo construído na cidade) e nós aproveitamos pra esquecer da vida e passear! Foi muito legal. Nós dois já conhecíamos a cidade porque tínhamos família e amigos por lá, mas foi gostoso ir só nós dois sem nenhum compromisso familiar :)

Chegamos na sexta à noite e fomos pro nosso Hostel, o Bom Fim Hostel. Ele fica numa região muito legal, que tem vários barzinhos e baladas por perto. Pegamos um quarto só pros dois, com banheiro, mas naquele esquema de hostel – pagando um precinho menor e esperando menos conforto que um hotel, claro. Mas foi bem legal, sem nenhum perrengue. A galera que trabalha lá é super atenciosa e gente boa.

No sábado acordamos e fomos conhecer a Arena, o novo estádio do Grêmio que está sendo construído. Vimos a obra (o estádio é gigante, vai ficar maravilhoso!) e a maquete que mostra como vai ficar finalizado. Como ali foi rapidinho, pegamos um ônibus e fomos pro centro da cidade visitar a Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736)! O lugar é lindo. Fiquei apaixonada por um jardim que tem lá. Vimos algumas exposições que estavam acontecendo e também uma sala que tem um quarto igualzinho ao do Mario Quintana – acho que os móveis são originais do quarto dele. Fiquei até arrepiada!

Depois disso, fomos almoçar na Lancheria do Parque (Avenida Osvaldo Aranha, 1086), uma lanchonete bem simples mas super tradicional da cidade. Pedi o xis salada e o chicó o xis coração – sim, feito com coração de galinha em vez de hambúrguer. Não espere um hamburguer tradicional: o lanche porto alegrense é quase do tamanho do prato e a salada inclui ervilha, maionese e um monte de outras coisas. Vá com fome e fique muito feliz.

Com a barriguinha cheia, atrevessamos o Parque Farroupilha – a famosa Redenção – pra conhecer o famoso brechó Antigo Garimpo (Avenida João Pessoa, 1040). O lugar é gigantesco e tem de tudo – de revistas a cerâmicas, de discos a telefones antigos, de roupas a chapéus de época. Dá pra passar uma tarde inteira ali fuçando tudinho!Depois de tirar muitas fotos, fomos pro Hostel descansar e tirar um cochilinho pra sair à noite.

Vou dividir esse post em dois pra não ficar muito enorme, já que tem várias fotos! Amanhã conto como foi nossa noite de sábado e o jogo do grêmio no dia seguinte!

Quando a gente viaja é irado, é dez.

No feriado de 7 de setembro eu, Chicó e uns amigos resolvemos dar uma fugida pra chácara do Thi (que fez o logo do blog, já falei dele aqui!) em Itatiba. Essa vida de trabalho-casa todo dia tava me cansando e eu precisava de um lugar onde pudesse ficar comendo, dormindo e nadando não necessariamente nessa ordem. A gente nunca tinha ido lá e o lugar é maravilhoso. Vontade de ficar lá pra sempre.

O bom é que é pertinho, nem 100km daqui. Em uma hora estávamos lá (acho que passamos mais tempo no mercado do que na estrada, na verdade).

A Gabi é a pessoa mais prendada do universo. Estou até agora sonhando com a torta de limão dela, e os cookies de chocolate quentinhos. Fora isso, a alimentação me engordou dois quilos que eu já tinha perdido porque passamos três dias praticamente à base de churrasco e cerveja. Mas tudo bem, porque foram dois quilos que me diverti muito ganhando.

Teve videokê, “quem sou eu”, roletinhas… Deu pra dormir bastante, tentar domar a bóia de baleia (acho que somos um pouco maiores do que o que ela aguenta) e o Chicó até rolou de um barranco. Super emocionante. Eu poderia ter tirado fotos incríveis mas a esperta aqui se lembra de levar lixa de unha mas não leva o cartão da câmera…

Cadê a máquina pra voltar no tempo?

CarnaLove 2012.

Esse ano fiz a melhor escolha que poderia ter feito: fugi da muvuca do Rio de Janeiro, do tédio de São Paulo e do trânsito e falta de água na praia. Eu, Chicó e mais oito amigos alugamos um sítio em Jarinu, interior de São Paulo. Piscina, churrasqueira e cerveja era tudo o que a gente precisava!

Ah, até esqueci de falar: na sexta de carnaval meus pais foram me buscar no treino e me levaram algo que chegou na casa deles pra mim (as coisas que recebo pelo blog chegam lá, já que aqui na Casa da Porta Roxa não tem portaria): uma mini eu! A Fiat me mandou uma bonequinha inspirada em mim, com as roupinhas da coleção FiatFashion. A Daninha também aproveitou bastante o CarnaLove, viu?

Atibaia, jurupinga, nostalgia.

Sábado de manhã eu fui pra Atibaia com meus pais e o Chicó. Pra quem não sabe, Atibaia é uma cidade a mais ou menos 70km de São Paulo e foi aonde eu morei dos 6 aos 16 anos. Lá eu cresci, dei meu primeiro beijo, aprendi a tocar baixo, tive banda, fiz shows, pintei o cabelo de rosa e passei por muita merda também. Impossível dizer que Atibaia não faz parte de mim e do que sou – ela é quase tudo o que eu sou, apesar de ficar triste sempre que lembro de várias coisas de lá.

Minha mãe é artesã e queria ir comprar juta pra fazer tapete arraiolo, técnica que ela aprendeu quando eu era criança e a gente morava lá. No fim das contas ela nem achou o que queria, mas a gente passeou e mostrou pro Chicó a minha vida de lá – onde eu saía, as casas que morei, onde andava de bicicleta… Foi bem gostoso, eu tinha esquecido o quanto Atibaia é uma cidade linda, meio de novela, meio de cinema. Mas eu nunca me identifiquei com o marasmo da cidade pequena, preciso de trânsito, metrô, gente falando o tempo todo.

A gente também foi na Vinícola do Nardini, que é bem tradicional de lá e faz a famosa Jurupinga – que lá eles chamam de Jeropiga. Também fazem vinhos incríveis e licores em tonéis gigantescos, tudo tem um cheirinho gostoso de uva e me dá vontade de levar a adega inteira.

Sinto muita falta de ter uma casa lá pra ir em alguns fins de semana, ver alguns – poucos – amigos queridos que ainda estão por lá, tomar sol, nadar e ficar na rede quando está frio. Quem sabe um dia meus pais não voltam pra lá e meus filhos e minha sobrinha possam crescer subindo em árvores e andando de bicicleta na rua como eu cresci.

 

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