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Arriscando o batom roxinho

No sábado fui na Quem Disse Berenice do Shopping Paulista e nunca consigo sair de lá com as mãos abanando. Minhas últimas compras incluíam um demaquilante, dois balms (um vermelho e um transparente) e esse batom incrível!

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Não tinha ainda um batom roxinho e tinha dúvidas se ficaria bom no meu tom de pele, mas gostei bastante desse tom que é puxado pro vinho. Como saiu de graça (estava rolando uma promoção que você se cadastrava pelo Facebook e trocava um batom antigo de qualquer marca por um novo), resolvi arriscar! A cor é a Vindito.

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Ele é cremoso e hidrata bem os lábios, o que nesse tempo mais frio pra mim é muito necessário. Fico com a pele dos lábios e ao redor deles completamente seca e ardendo. A duração é boa, mas por ser bem cremoso, provavelmente vai sair depois de uma refeição. Ainda quero fazer mais testes, não sei com que tipo de maquiagem nos olhos posso usar. Mas com um delineador ficou muito fofo, mais vibrante nos lábios do que na amostra que fiz na mão:

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Entrou pra listinha dos favoritos!

E vocês, que cor estão pensando em arriscar nesse inverno?

Atibaia, jurupinga, nostalgia.

Sábado de manhã eu fui pra Atibaia com meus pais e o Chicó. Pra quem não sabe, Atibaia é uma cidade a mais ou menos 70km de São Paulo e foi aonde eu morei dos 6 aos 16 anos. Lá eu cresci, dei meu primeiro beijo, aprendi a tocar baixo, tive banda, fiz shows, pintei o cabelo de rosa e passei por muita merda também. Impossível dizer que Atibaia não faz parte de mim e do que sou – ela é quase tudo o que eu sou, apesar de ficar triste sempre que lembro de várias coisas de lá.

Minha mãe é artesã e queria ir comprar juta pra fazer tapete arraiolo, técnica que ela aprendeu quando eu era criança e a gente morava lá. No fim das contas ela nem achou o que queria, mas a gente passeou e mostrou pro Chicó a minha vida de lá – onde eu saía, as casas que morei, onde andava de bicicleta… Foi bem gostoso, eu tinha esquecido o quanto Atibaia é uma cidade linda, meio de novela, meio de cinema. Mas eu nunca me identifiquei com o marasmo da cidade pequena, preciso de trânsito, metrô, gente falando o tempo todo.

A gente também foi na Vinícola do Nardini, que é bem tradicional de lá e faz a famosa Jurupinga – que lá eles chamam de Jeropiga. Também fazem vinhos incríveis e licores em tonéis gigantescos, tudo tem um cheirinho gostoso de uva e me dá vontade de levar a adega inteira.

Sinto muita falta de ter uma casa lá pra ir em alguns fins de semana, ver alguns – poucos – amigos queridos que ainda estão por lá, tomar sol, nadar e ficar na rede quando está frio. Quem sabe um dia meus pais não voltam pra lá e meus filhos e minha sobrinha possam crescer subindo em árvores e andando de bicicleta na rua como eu cresci.