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O que eu vesti: calor sessentinha.

Esses dias os paulistanos foram todos enganados por uns dias. Um sol absurdo, um calor de matar e a chance perfeita pra estrear esse vestidinho maravilhoso da Emme num passeio pela Paulista. Pena que o tempo já fechou de novo :/ Um estilo que eu gosto muito é essa mistura de anos 60 e 70, com um toque moderninho do tênis. Eu sempre prezo por estar confortável, por isso vocês não me vêem de salto por aqui.

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Vestido e lenço, Emme. Tênis: Rainha.

Entra no clima, baby!

Você pode ver meus posts no Blog da Emme clicando aqui!  E também pode ver todos os meus posts de Look do Dia clicando aqui  ;P

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Vestido, camiseta ou obra de arte?

Conheci a Tainá Barrionuevo uns anos atrás. Ela é amiga de uma grande amiga minha, uma fofa, e foi modelo da primeira edição da revista Outro Estilo, que eu trabalhava. Ultimamente vinha acompanhando esse projeto novo dela pelo Facebook e quando vi pronto achei incrível! Se chama PhD Photo Dress e a premissa é muito legal: trabalhos de fotógrafos deixam as paredes para estampar camisetas oversized.

Todo mês novos fotógrafos são convidados e as camisetas são produzidas em edições limitadas e numeradas. Entre os fotógrafos do mês de lançamento da marca, estão: a neozelandeza Anya SinclairJoão Bertholini, o sueco Sam Bucus, Leka Mendes, o austríaco Nikolai KrinnerKiko Araújo, o duo WLST (formado pelas mineiras Amanda de Mendonça e Anna Lara), a vocalista do Copacabana Club Camila Cornelsen e Alexandre Vianna.

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Segundo a Tainá: “É arte para vestir. Nossa modelagem, tiragem limitada e qualidade de impressão nos aproximam do conceito de múltiplo. Estamos propondo uma nova maneira de consumir arte. Ao invés de prints, gravuras e posters para decorar a parede, agora os amantes da arte podem também vestir as imagens que mais gostam destes artistas contemporâneos”.

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As camisetas custam R$120, mas estão com um preço especial de lançamento e saem por R$80. Eu comprei a do motel, da Camila Cornelsen! <3 Estou esperando chegar pra fazer um look e postar aqui. Ansiosíssima!

Pra comprar é só acessar o site.

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Trend: os coturnos voltaram!

Eu amo coturnos! A onda do militarismo trouxe várias opções dessa bota. Por muitos anos fui julgada por usar coturnos, amigos mais cabeçudos diziam que não era nada feminino… Eu nunca liguei. Comprei o meu primeiro quando tinha 14 anos (obrigada Deus por me mandar uma mãe compreensiva) na galeria do rock, quando as únicas opções eram os envernizados com plataforma enorme dos góticos ou os militares usados apenas por quem gostava de punk rock, metal, pertencia a um motoclube ou era do exército mesmo ;P

Aliás, o coturno que usamos hoje, cheio de tachas e várias cores, é uma versão das botas de combate dos exércitos. Seu solado gera atrito com o chão e evita escorregões, além de proteger os pés (bem útil quando você está atirando em todo mundo no meio do mato).

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Quando fui no Lollapalooza meu coturno (o primeiro durou quase dez anos, quando fui obrigada a jogar fora e comprei esse da coleção da Espaço Fashio para C&A) ficou imprestável. Cheio de uma lama fedida, o couro sintético (evito usar calçados ou roupas de couro verdadeiro) começou a fazer uns buracos quando eu tentei limpar… enfim, não teve jeito. Foi pro lixo! Agora estou namorando alguns outros modelos. Quero um preto e um vermelho. Separei algumas opções que me fizeram suspirar por aí:

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Com rebites da Dakota, R$245 na Dafiti Ÿ ♦ Com fivela da Via Marte, R$289 na Dafiti ♦Ÿ Vermelho envernizado, U$40 no ebay Ÿ ♦ Pra ousar, vá de pink da Cravo&Canela, R$219 na Passarela ♦Ÿ De caveirinhas da Petite Jolie, R$139 na Andaraki

 

Moda que não entendo: sneakers e saia mullet.

Desde muito jovem eu acompanho moda. Por um lapso momento eu quis prestar moda na faculdade, mas minha prima Kassia, que é como se fosse uma irmã pra mim, já tinha se formado em Moda e falou pra eu ir fazer alguma coisa que desse dinheiro. Vamos disfarçar e deixar pra lá o fato de que hoje em dia sou pobrecitária publicitária e fingir que segui o conselho dela, né?

Enfim, mesmo assim continuei lendo sobre o assunto, acompanhando os desfiles e as tendências porque gosto. Posso não ser a pessoa mais descoladérrima e estilosa do universo, basicamente porque não sobra tanto dinheiro pra gastar com o que eu realmente quero desde que comecei a comprar minhas próprias roupas, mas eu sempre sei o que está rolando.

Ultimamente eu acho que a moda ficou louca. Porque, sério, o que está acontecendo com as pessoas? Achei lindo quando a saia longa voltou, as pessoas começaram a usar lenço no cabelo e até o neon deixei passar… mas eu não estava preparada para sneakers e saias mullet.

Sneakers, na minha época (#véia), eram tênis. A ‘cultura sneaker’ era composta por um monte de gente que usava tênis enormes como acessório e não apenas como proteção para os pézitos. Só que várias meninas não conseguiam usar tênis no look – porque precisa ter cacife mesmo pra ser feminina e usar um tênis, e pra isso precisa conhecer muito seu próprio estilo ou admitir que é levemente dyke.

Aí pra ficar mais ‘de menina’ o que fizeram? Meteram um SALTO dentro do tênis. UM SALTO! NO TÊNIS! Cadê toda a premissa de ‘estilo confortável’ dos sneakers? Gente, me desculpa, mas esse tênis deixa a gente com um pé que parece uma pata de cavalo. Not cool. Vamos colocar a mão na consciência. Pode passar pra próxima tendência. Espero que não dure muito.

Saia mullet não fica bem em ninguém. Parece que tá faltando um pedaço de tecido no seu look, que você ficou presa em alguma escada rolante e fez a fina pra parecer na moda. Pra piorar, rola toda uma composição com ‘saia de baixo normal saia de cima mullet e transparente’ que eu realmente não consigo entender. A silhueta de qualquer um fica completamente deformada – acho que se você for magra e alta, tipo modelo, até consegue fazer algum milagre. Mas bonito, bem… não fica mesmo.

Vamos superar essas trends e seguir a vida, gente. Tanta coisa bonita dos anos 60, 70 e até 80 pra resgatar… os anos 90 não, podem deixar lá no lugarzinho deles.