eu sei que ninguém aguenta mais falar do swu. nesse momento, enquanto escrevo esse post, estão rolando os últimos shows por lá. mas depois de uma semana de posts, acho que eu precisava falar como foi, não?
seguinte: demorei horrores pra chegar lá. nossa van bateu, resolvemos ir de carro, pegamos trânsito, nos perdemos, mais trânsito na estradinha de terra. fizemos toda aquela peregrinação no caminho de terra pra chegar até a entrada (acessibilidade zero. como um cadeirante chega do estacionamento até a entrada?) da arena. aí, até que foi rápido. aquele terrorismo em relação à revista e à política anti-drogas era, como esperado, apenas terrorismo. mal olharam minha bolsa, a policial me deu uma apalpadinha em lugares impróprios e me mandou passar. não me pediram carteirinha, documento, nada. me perdi dos meus amigos e não encontrava ninguém. o celular de quase todo mundo não funcionava. tudo era caro, as filas eram absurdas, as máquinas de cartão estavam dando problema, vários caras inconvenientes. MSTRKRFT foi foda. los hermanos, o pedaço que vi, foi chato, bem parado. no Mars Volta, o som estava perfeito. mas foi só entrar o Rage Against The Machine que o som ficou terrível, e eu ainda não descobri o que aconteceu. A pista virou um caos, gente passando mal. invadiram a pista premium, e isso eu achei bem legal – esse negócio de pista premium é um absurdo, uma pena que pessoas tenham se machucado na confusão. o som parou algumas vezes, e isso era muito frustrante.
em vários o escuro era absoluto, inclusive na área dos banheiros que não tinha nenhum segurança na porta pra impedir que um cara entrasse na parte dos banheiros femininos – um perigo. muita gente foi roubada, achamos várias carteiras vazias pelo chão. ouvi histórias de gente que tentou fazer B.O. e não conseguiu.
além de tudo, faziaum frio filho da puta. mas ok, porque eu vi rage against the machine.
definitivamente, a organização deixou a desejar e eu não me arrependi nem um pouco de não ter ido nos outros dias. gastei um dinheiro que nem tinha pra ir num dia só. sustentabilidade? vem sustentar minha vida, que é o que tá mais crítico nesse momento.
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