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Lingerie linda pra todos os tamanhos!

Quando a gente fala de lingerie confortável, normalmente já sugerem a Loungerie. Eu adoro a Loungerie, não me leve a mal… mas depois que eu ganhei alguns quilos (mais sobre isso em breve) eu descobri que o G deles, dos tops sem numeração específica, é o maior número que eles tem. E poderia ser facilmente um M. Então é ótimo que tenha uma loja no shopping que você possa comprar um 48D, por exemplo, mas ainda assim não são todas as mulheres que conseguem ir lá e sair com algo que realmente fique gostoso de usar e confortável.

Faz tempo que ando pesquisando algumas marcas incríveis de lingerie pra quem busca conforto sem usar calcinha de vovó, mas que também tenham tamanhos maiores. Olha só o que eu encontrei:

LingeriePraTodas

A Tulli tem uma coleção convencional (6) que vai até o GG, mas a modelagem me parece ser normal (do tipo, você não vai comprar um G que é um M). Também tem uma linha curves (1), com tamanhos maiores e preços similares;
A The Bralette Boutique (2) faz as peças por encomenda, ou seja, você manda suas medidas e ela adapta as peças pro seu corpo. Além disso, fizeram esse ensaio incrível um tempo atrás, fotografado pela Cristina Nishihara (3 e foto de destaque do post);
A Virall Retrô (4) faz peças lindas sob medida e tem uma seção de bazar com vários descontinhos!
A Satine (5) faz lingerie bonita a um preço não absurdo, sob medida, com opção de bojo até o 56 ;
A For All Types (7) faz lingerie e moda praia para divas a partir do tamanho 46;
A Boobtique (8) é um ateliê em Porto Alegre que faz lingerie sob medida, mas você também pode comprar online;

Tô com a mão coçando!

Se você tiver mais alguma dica, deixa aí nos comentários pra gente trocar figurinhas :)

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Um botão pra acabar com a cólica

Eu falei no meu vídeo sobre coletor menstrual (que postei essa semana, vai lá assistir) que eu tenho uma relação m uito difícil com minha menstruação. Eu fico muito inchada e tenho uma cólica muito forte. Sempre foi assim e já fiz vários exames pra saber se tinha algum problema como endometriose, mas não é o caso.

Também não gosto de tomar remédios. Pra mim, a alopatia acaba gerando outras necessidades que te fazem tomar cada vez mais remédios. Confesso que tem momentos que só o Buscofem salva, mas eu tenho todos os pés atrás com a industria farmaceutica. Pra mim, o que ajuda mesmo, de forma que eu me sinta confortável, é uma boa bolsa de àgua quente, deitar em posição fetal e tomar um chá quentinho.

Aí hoje apareceu pra mim o Livia, um projeto que está no indieagogo. É um dispositivo que promete ser um botão de DESLIGA na cólica: ele transmite um pulso que “confunde” seu cérebro, mantendo seus nervos ocupados de forma que ele não consiga processar a dor.

Você coloca as placas no local que dói e liga o dispositivo. Pronto. O pacote mais barato (que contém o produto, existem outras formas de contribuir apenas para que o projeto aconteça) para contribuir com o projeto custa 85 dólares e vem com um kit como este:

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Além disso, eles entregam no mundo todo e você pode comprar kits mais completos, como o Sister Package (que vem com dois dispositivos para você presentear alguém) ou kits com mais cases – tem em diversas cores!

Tem reviews bem legais no TheNextWeb e no DigitalTrends.
Eu provavelmente não vou poder comprar agora, mas eu acredito que essa invenção pode mudar a vida de muitas mulheres como eu. Vai lá na página do projeto pra saber mais.

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O que é….FEMINISMO? #DiaDaMulher

Porque eu nunca tinha feito esse vídeo? Talvez por medo dos trolls, talvez por preguiça, talvez por ser um assunto muito delicado. Ou talvez estivesse inconscientemente aguardando um momento como esse 8 de março em plena primavera das mulheres pra explicar… O QUE É FEMINISMO?

SPOILER: não é um monstro e não quer acabar com você.

Ao longo do dia vou linkar neste post textos incríveis de minas que serão postados nesse #DiaDaMulher!

Eu falei mais sobre o documentário da Kathleen Hanna nesse post aqui!
Se você quiser saber mais sobre a história do Feminismo e outras datas legais você pode entrar no site da Universidade Livre Feminista
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ivros e textos feministas em inglês e português você encontra aqui e aqui
Também tem o primeiro post da nova coluna da Debbie Hell no rcknrll que fala sobre mulheres na música brasileira
Essa matéria do Huffington Post (cuja dona é uma mulher poderosa) mostrando 60 imagens de mulheres protestando ao redor do mundo 

E aí, minas, vamos nos unir?

Não se esquece de assinar o canal!

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Bifobia é uma coisa que existe (e é um saco)

Eu já tentei gravar esse vídeo algumas vezes, mas sempre parece que falta alguma coisa. Dessa vez me convenci de que sempre vai faltar contar daquela vez que alguém falou aquilo. Essa semana eu recebi uma mensagem super mal educada de uma menina que estava frustrada por descobrir que eu namoro um homem, e foi aí que acabou minha paciência com esse assunto.

É hora de falar de bifobia.

Se você não sabe o que é, clica aí pra assistir!

Se você ainda não assina o canal, vai lá assinar clicando aqui !

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A Kim Gordon é uma mina como a gente

Uma das maravilhas de ter o Kindle é que agora não me sinto mais culpada por ter mil livros acumulando pó na minha casa então tenho lido bastante. No fim do ano terminei de ler A Garota da Banda, o livro escrito pela Kim Gordon – que se você morou numa caverna nos últimos 30 anos e não sabe disso, é a baixista/vocalista/pessoa maravilhosa do Sonic Youth.

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Estou há tempo querendo escrever uma resenha mas precisei de uns dois meses pra algumas coisas fazerem sentido na minha cabeça. A principal delas é que eu nunca havia imaginado que a Kim Gordon, aquela mulher foda que a gente viu nos palcos pela última vez no Brasil no SWU anos atrás, era uma mina como a gente. Que ela está sujeita a ser insegura, dependente, manter relacionamentos nocivos e abusivos e se sentir perdida.

Vem cá, Kim. Me dá um abraço.

O livro é leitura obrigatória para quem gosta de Sonic Youth, mas não só isso. Pra ser sincera eu não sou fã da banda, não sabia cantar nenhuma música antes de ler o livro, mas ler o que há por trás do processo criativo delas me fez buscar, ir atrás e ouvir com “outros ouvidos” (existe isso?). Acho importante principalmente para mulheres envolvida com o rock e outras áreas dominadas majoritariamente por homens. Mulheres no geral, que já tiveram relacionamentos abusivos, que se sentiram inseguras ou que achavam que precisavam de validação masculina em algum ponto.

Kim, Joan Jett, Annie Hall (St Vincent) e Lorde no tributo ao Kurt Cobain, de quem Kimzinha era BFF.

Não sei qual a etiqueta quando se faz resenha do livro que é a biografia de uma artista cujas notícias sobre sua vida íntima saíram em portais, porque não existe spoiler na vida real, mas caso vocês não saibam a Kim foi casada por muitos anos com seu colega de banda Thurston Moore, que foi parceiro no trabalho e na vida até ela descobrir anos de traição e a parada degringolar. Ela fala bastante sobre isso e dá pra ver (não acho que ela tenha feito questão de esconder, na verdade) que ainda está muito triste com a situação toda.

Ela também fala sobre como nunca soube muito bem o que estava fazendo, que tentava se portar de certas maneiras e que nunca acreditou no seu talento. Que achava que deveria estar fazendo outra coisa, da sua paixão por arte. Fala sobre não saber se estava sendo uma boa mãe, achar que não nasceu praquilo e que a vida de casada mais parecia o que ela “deveria estar fazendo” e não o que realmente queria estar fazendo. Enfim, todas aquelas coisas que nós, mulheres simples do dia a dia, também sentimos e passamos.

Eu chorei lendo esse livro. Chorei quando ela percebe os padrões que seguia nos relacionamentos. Chorei quando ela fala sobre se sentir uma intrusa em diversas situações. Quando fala da separação e da traição, e quando fala de Kurt Cobain. Toda essa emoção foi por pura identificação, mesmo. Você imagina qualquer mina sendo insegura e tendo problemas emocionais, mas pô, a Kim Gordon? Pois é.

Lido, aprovado, recomendadíssimo.
Comprei o meu na Amazon por 22 reais.

 

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Eu não vou vazar seus nudes.

Você pode me mandar nudes. Eu vou mandar uma foto fazendo um joinha de volta ou um emoji com corações nos olhos. Vou falar que você arrasa, amiga. Vou falar que você tá gostosa sem nenhuma segunda intenção nisso. E a vida segue.

Alguns meses atrás eu comecei a mandar nudes para algumas amigas no snapchat com a hashtag #NudeDasMigas. O intuito era simplesmente compartilhar com minhas amigas que mesmo não estando no peso ideal tem dia que eu acordo me sentindo gostosa, que minha bunda tá linda, que eu estou me sentindo bem. E sinceramente, num mundo onde tudo é fit, tudo é zero, tudo é feito pra você se encaixar num padrão, a gente precisa disso. Nossas amigas precisam saber que somos lindas e imperfeitas. E eu mandava. Elas começaram a me mandar de volta.

Quando vi, mulheres que eu não conhecia estavam mandando pra amigas em comum com a mesma hashtag, e o nude das migas virou um lance real, e tinha muita mulher incrível, gorda, magra, preta, branca, hetero, bi, lésbica, mandando peito, bunda, calcinha, sem calcinha pras outras amigas. E a vida segue. Porque no nosso círculo de sororidade, nós podemos confiar umas nas outras. Sabemos que aquilo nunca vai sair dali, que é algo feito pra durar alguns segundos, é uma forma de apoio. É lindo. Somos todas incríveis.

Eu nunca importei com meus nudes vazarem porque já tem fotos minhas sem roupa na internet. Até meu pai viu. Não é segredo o que tem debaixo das minhas roupas e não deveria ser. A nudez não deveria ser castigada. Quando fiz essas fotos estava de boa, comendo tapioca pelada enquanto a Mari Caldas fotografava e tomava uma cerveja comigo. Foi divertido e puro. Era eu, sendo eu, estando nua, na minha casa.

Não existe nenhuma razão pra vazar nudes das suas amigas. Você não deveria usar isso como algo ruim. Não deveria ser um castigo por sair da dieta, por ligar pro ex, por qualquer coisa. Nosso corpo não pode ser motivo de vergonha ou objeto de ameaça. Não existe “se não quiser que vaze, não manda”. Nós temos o direito de compartilhar um momento de auto estima incrível, que é tão raro com tanto padrão de beleza absurdo que tentam enfiar em nossas goelas. Nós temos o direito de mandar nudes pra quem queremos pegar, de ter desejo, de querermos ser desejadas.

Vazar fotos íntimas é crime.

Imoral é tirar o direito de uma mulher se sentir maravilhosa.

Vai ter nudes, sim.

E se reclamar, vai ter o dobro.

 

PS: pode mandar nudes sim. meu snapchat é magentinha. e você é linda, sim. 
PS2: se você for menino, não me manda nudes não. o mundo inteiro já acha que o que você tem no meio das pernas é a coisa mais incrível do mundo. eu não vou achar.

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Batom preto e Autoestima

Outro dia um boy famoso aí da internet falou uma besteira muito grande sobre como ele achava impossível alguém sentir atração por uma mulher usando batom preto.

Como eu nunca deixei de pegar ninguém por causa da cor do meu batom, fiquei puta com o machismo do queridinho – que não me chocou exatamente, já que o mesmo tá sempre falando besteira por aí.

Aproveitei e fiz um vídeo falando sobre o assunto, sobre autoestima, se sentir linda, padrão de beleza e piña colada.

Olha só:

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Vamos juntas? #movimentovamosjuntas

Alguns anos atrás eu era muito sossegada sobre andar na rua sozinha, mesmo morando em São Paulo há anos, até o dia em que dois caras numa moto me pararam e me assaltaram, com uma arma na minha cabeça. Eu não tinha muita coisa pra oferecer então eles me bateram. Jurava que eles iam me estuprar mas era domingo à tarde, talvez não desse tempo, então eles se contentaram com alguns chutes e foram embora com minha bolsa favorita comprada na 25 de março, um celular de 50 reais, umas maquiagens baratinhas da Avon e um bilhete único quase vazio.

Hoje eu tenho todo um esquema: dependendo da hora, eu ando com as chaves entre meus dedos pra tentar me proteger caso eu sofra algum tipo de abuso (mas olha que fofo esse de gatinho) e também tenho um apito no meu chaveiro pra, pelo menos, tentar chamar atenção. Algumas pessoas dizem que é melhor não reagir mas eu não consigo pensar em algo pior do que ser estuprada – nem a morte me parece pior do que isso – e se eu tiver que morrer, que eu morra por ter tentado lutar.

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Que mulher nunca se sentiu aliviada ao ouvir passos atrás de si na rua e, ao checar, ver que era outra mulher? Isso acontece comigo sempre. Constantemente eu ofereço para que andemos juntas, lado a lado, e às vezes até conversamos até determinado ponto. Duas é melhor que uma. Eu sempre bato na tecla de que se unir à outras mulheres faz a gente se sentir mais forte e pode salvar vidas. Esse é o Movimento Vamos Juntas.

Quando vi essa campanha no Facebook fiquei TÃO feliz! Espero que chegue a todas as minas por aí e nós não precisemos nunca mais andar sozinhas na rua tarde da noite :) O projeto foi criado pelas gaúchas Babi Souza e Vika Schimtz (na TPM tem uma entrevista com elas) e até o momento já tem mais de 70 mil curtidas. Parabéns pela iniciativa, minas! <3

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Clica aqui e curte a página, compartilha com suas amigas e apoia o movimento também!

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A primeira vez que vi sororidade

Quando eu era adolescente, tive meu primeiro namorado, o Bruno, lá na cidade que eu morava. Era um guri bonitinho de olho verde, que tinha uma banda e tocava guitarra, gostava de Oasis mais do que deveria e como todos os meninos de quinze anos achou que eu caí na história de que ele não pegou ninguém na viagem de formatura pra Porto Seguro.

A gente tinha um namoro de criança, daqueles que termina na sexta de carnaval e volta na quarta de cinzas como se nada tivesse acontecido. Com ele, vivi minhas primeiras experiências, e foi legal enquanto durou aquelas tardes de verão se pegando no portão de casa, assistindo Matrix, ouvindo ele tocar alguma coisa no porão, brincando com a cachorra, com o gatinho que ele me deu (RIP Salém). Mas aí acabou, porque eu tinha 14 anos e uma cidade inteira pra pegar, uma vida inteira pra viver – e ele também.

Um tempo depois ouvi dizer que ele começou a namorar uma “menina de São Paulo” que tinha uma casa em Atibaia, e minhas amigas falaram todo absurdo da menina. Acho que tinham medo de fazer qualquer comentário positivo e eu ficar chateada, mas eu não podia me importar menos com essa situação toda. Ignorei tudo aquilo.

Um dia, meu telefone tocou.

“Oi, Dani! Aqui é a Mell, a namorada do Bruno, tudo bem?”

Eu morava numa cidade em que meninas de escola pública queriam bater em meninas de escola particular por achar que nós “roubávamos os homens” delas. Tudo isso antes dos quinze anos. A rivalidade feminina me incomodava tanto que eu tinha poucas amigas mulheres, quase nenhuma. Eu acabava sendo a menina no meio dos meninos, e cada vez mais fui me afastando das amigas de escola em direção ao rolê do punk rock e fugindo disso tudo. Quando a Mell me ligou, eu achei que ela ia me xingar, falar algo muito horrível. Lembro até hoje dessa ligação.

“Então” ela continuou, vendo que eu não tive muita reação “é que o Bruno falou que você gosta de música, e que faz teatro, eu acho que a gente pode se dar super bem, porque eu também faço teatro, a gente é super parecida, aí te liguei pra gente ser amiga”.

Na hora eu pensei que essa mina só podia ser louca. Mas ao mesmo tempo, que ela era a mina mais corajosa e foda que eu já havia conhecido na vida, e me apaixonei ali mesmo. Pensei “quero essa mulher na minha vida pra sempre!”. Não era um amor amoroso, era um amor de amiga.

Eu e a Mell em 2002, quando mudei pra SP.

A gente ainda não sabia de feminismo. A gente não imaginava que existia sororidade. Eu só fui aprender essa palavra muito tempo depois. Mas ela me ensinou ali, na prática, que a gente não precisa ser inimiga. E eu levei isso pra minha vida, tentando sempre deixar sentimentos idiotas como ciúmes de lado e colocando a nossa condição de mulher e ser humano acima de tudo.

Hoje a Mell casou e teve uma filha linda, enquanto meus namoros começam e terminam mais rápido do que deveriam. Nossas vidas foram em caminhos diferentes, e a gente mora na mesma cidade e nunca se vê, mas eu a amo ainda mais que tudo. Ela me ensinou a maior lição da minha vida, a primeira que formaria a mulher que sou hoje, e acho que ela não sabe disso até agora porque eu nunca tive a oportunidade de falar.

Hoje eu tenho muito mais amigas mulheres do que homens. O feminismo ter ficado “pop” foi a melhor coisa que aconteceu pra minha vida, porque tenho muitas minas com quem posso contar e sei que elas não estão torcendo pelo meu mal, pois estão todos os dias descontruindo a rivalidade que nos ensinam desde pequenas.

A gente pode ser miga SIM! Sempre. A ex do ex. A ex da ex. A atual do ex. A amiga da amiga. A amiga do atual. Todas juntas.

Lendo esse texto da Marcella Rosa eu só pensei nisso. Que sororidade é demais. Que ter migas é maravilhoso. Que ter amigas mulheres, finalmente, é incrível.

Obrigada, Mell.

Obrigada, Migas.

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Gaslight e Abuso Emocional

Esse vídeo foi muito difícil pra mim de fazer. Eu passei por um relacionamento abusivo e falar sobre isso é muito difícil. Mas sinto que é importante que esse assunto seja falado e se torne visível, porque hoje ele não é.

Hoje vou falar sobre Gaslighting e abuso emocional.

Alguns textos de apoio:

O que o amor (e as eleições) tem a ver com isso, no Música de Menina (o post da Debbie que eu menciono no vídeo)
Como Sobrevivi a Um Pesadelo, em A Confeitaria
O que determina um relacionamento abusivo e o que aprendi com os que vivi, no Girls With Style
Ballone GJ, Moura EC – Abuso nos Relacionamentos Íntimos
SOS Ação Mulher e Família (em Campinas/SP)
Endereços das Delegacias da Mulher em São Paulo

 

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