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byebye

“Meu ex roubou meus amigos!”

Estava pensando que fazia um tempo que não rolava um consultório sentimental por aqui quando recebo este email de uma leitora com o seguinte trecho:

“Depois que terminei com ele, não tenho mais pra onde sair! Ficamos muito tempo juntos e todos os nossos amigos são os mesmos… agora meus amigos só saem com ele, ou chamam ele pra todas as coisas tb. Sei que nao posso pedir pra eles escolherem, mas nao quero sair com ele pois preciso superar esse fim. O que eu faço?”

byebye

Eu já me vi mais ou menos nessa situação uma vez. Mas o problema nem era os amigos e sim os lugares. Namorei um cara que não era de São Paulo e se mudou no começo do nosso relacionamento. Apresentei meus lugares favoritos e ele começou a frequentar sempre. Quando terminamos, eu tive que abrir mão de ir no lugar pra não ter que encontra-lo. E foi isso.

O problema em casos como o da leitora (que pediu pra eu não divulgar seu nome) começa durante o relacionamento, mesmo. É muito bom ter amigos em comum, mas o casal precisa ter duas vidas separadas. Seus amigos podem ser amigos do seu namorado, mas você precisa ter amigos que vão escolher você. E ele precisa ter amigos que vão escolher ele. Por mais que a gente queira ser um só, não tem problema ser dois em alguns momentos da vida. É saudável!

Se você se pegou na mesma situação e está se sentindo completamente sozinha, o jeito é começar de novo. No meu caso a internet sempre ajudou muito na hora de fazer amigos. Além disso, você sempre tem outros universos dos quais o ex não faz parte: seu trabalho, faculdade…

Começar do zero pode ser muito bom pra quem acabou de passar por um término traumático. Pense pelo lado bom: não vai ter muita coisa que te faça lembrar dele.

(Se estiver difícil, volte uns anos atrás no post sobre a Oficina do Desapego que eu fiz por aqui)

Quando a gente viaja é irado, é dez.

No feriado de 7 de setembro eu, Chicó e uns amigos resolvemos dar uma fugida pra chácara do Thi (que fez o logo do blog, já falei dele aqui!) em Itatiba. Essa vida de trabalho-casa todo dia tava me cansando e eu precisava de um lugar onde pudesse ficar comendo, dormindo e nadando não necessariamente nessa ordem. A gente nunca tinha ido lá e o lugar é maravilhoso. Vontade de ficar lá pra sempre.

O bom é que é pertinho, nem 100km daqui. Em uma hora estávamos lá (acho que passamos mais tempo no mercado do que na estrada, na verdade).

A Gabi é a pessoa mais prendada do universo. Estou até agora sonhando com a torta de limão dela, e os cookies de chocolate quentinhos. Fora isso, a alimentação me engordou dois quilos que eu já tinha perdido porque passamos três dias praticamente à base de churrasco e cerveja. Mas tudo bem, porque foram dois quilos que me diverti muito ganhando.

Teve videokê, “quem sou eu”, roletinhas… Deu pra dormir bastante, tentar domar a bóia de baleia (acho que somos um pouco maiores do que o que ela aguenta) e o Chicó até rolou de um barranco. Super emocionante. Eu poderia ter tirado fotos incríveis mas a esperta aqui se lembra de levar lixa de unha mas não leva o cartão da câmera…

Cadê a máquina pra voltar no tempo?

Dias bonitos numa fase feia.

Está um dia horroroso lá fora enquanto escrevo esse post, caindo o maior pé dágua em São Paulo. Enquanto vejo que minha casa está completamente escura – fiquei em casa hoje porque estourou um cano e o pedreiro está arrumando – fico pensando nos dias bonitos que tem feito na vida.

Sabe, não estou numa fase muito boa, não. Mas tem que aprender a dar valor a dias gostosos como os que aconteceram nos últimos dois fins de semana. Fim de semana retrasado foi feriado, teve luta do Anderson Silva na casa de amigos – que vieram jantar aqui em casa no dia seguinte. Na segunda-feira, do feriado, fomos ver o sol se pôr na Praça do Pôr-do-Sol. O lugar era um refúgio pra muita gente, mas agora parece que ficou ‘hypado’. Está cada vez mais lotado, e com pessoas que não tem nenhum respeito… jogam lixo no chão e não levam embora, arrumam briga, desrespeitam o próximo. Triste. Mas o sol se pondo… continua sendo lindo.

 

Fim de tarde bonito entre amigos, um ótimo jeito de começar uma semana difícil.