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Fotografando com a câmera descartável da Ilford

Quando eu estava organizando a viagem pra NY decidi que queria fotografar com uma câmera descartável além das fotos digitais. Eu gosto de ter a foto mesmo, impressa, pra pegar, e quando viajamos acabamos nunca mandando imprimir… Com uma descartável eu não teria como fazer isso!

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Quando fui à BH Photo & Video, uma loja monstruosa de grande que vende eletrônicos, computadores e equipamento fotográfico, estava procurando um kit bokeh e vi essa câmera descartável da Ilford, que só tirava fotos em preto e branco. Achei que ia ficar muito bonito o contraste dos prédios da cidade com o filme PB e levei. Ela tem um filme HP5 ISO 400, vem com 27 poses e custou 10 dólares.

 

Quando cheguei aqui, mandei revelar… e saiu por 40 reais só a revelação e digitalização das fotos. Teria que pagar mais uma pequena fortuna por foto pra mandar imprimir então acabei ficando só com o CD pra escolher quais imprimiria (e provavelmente vou mandar num lugar mais barato, heh). Também não é todo lugar que revela filmes preto e branco. Fui em uns três da Sete de Abril (uma rua aqui de São Paulo que tem muitas lojas de equipamento fotográfico e laboratórios) e nenhum fazia. Aí fui no Foto Ferrara (fica na Rua Dom José de Barros, 65, República) e eles finalmente conseguiam fazer.

Se eu tivesse conseguido vaga no curso de fotografia do SESC eu mesma poderia ter feito isso, mas é mais fácil o nível da Cantareira chegar a 100% do que conseguir uma vaga nos cursos lá!

Voltando, descobri que com essa câmera o ideal é tirar só fotos de dia. De noite ou em ambientes internos, mesmo com o flash, não sai nada se o objeto não estiver muito perto. Fizemos umas fotos dentro do metrô, na Grand Central…e nenhuma dá pra ver nada.

Mas as que saíram, eu amei. Olha só:

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Eu amo esse granulado. Parece que visitei NY nos anos 60!

Adorei a experiência de tirar as fotos da viagem com uma câmera analógica. Com certeza farei sempre! Tenho uma outra aqui que ganhei no Lomogracinha que coloca imagens de cachorros no meio das fotos. É muito fofo, usarei em breve e mostro pra vocês.

Você encontra a Disposable Camera Ilford HP5 na B&H, Amazon ou eBay (não conheço o vendedor pra falar se é confiável).

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#MagentaEmNY: Estátua da Liberdade, 9/11 Memorial, Brooklyn Bridge

Yay!

Esse é o último vídeo da viagem de NY! Eu tinha feito um nas lojas de brinquedo também, mas quando eu fui gravar a última a bateria acabou :( Fica pra semana que vem um post com as fotos e mais detalhes e dicas desse passeio, ok?

Nesse vídeo vou mostrar dois dias diferentes: em um deles pegamos uma balsa que sai de Manhattan (South Ferry, na estação Bowling Green do metrô) e vai até Staten Island, passando bem pertinho da estátua da liberdade. É uma versão low-budget (como toda minha viagem hehe) do passeio até a estátua, que eu achei meio desnecessário gastar uma grana pra fazer. E ainda tem que comprar com meses de antecedência. Essa balsa é de graça e passa bem pertinho. Nós fomos perto do pôr do sol e foi lindo demais. Queria voltar lá de noite, deve ser incrível!

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Quando voltamos pra Manhattan andamos um pouquinho até o memorial erguido em homenagem às vítimas dos atentados de 11 de setembro. É bem triste e pesado. Achei que a cascata me lembrou muito as pessoas se jogando pela janela, uma imagem que me marcou muito. Pode ser que seja proposital, já que eles usam o lema “Never Forget”.

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Enfim, acho muito estranha a relação do americano com esse evento trágico, mas vamos passar para o próximo assunto…

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Fui na ponte do Brooklyn! Eu tinha dito pro meu namorado que sempre quis ser beijada na ponte tipo filme e ele fez isso enquanto eu estava filmando <3 Coloquei no vídeo e fico assisitindo de novo o tempo todo. Haha. A vista de lá é bem bonita. Dá pra ver o Brooklyn e Manhattan. Você pode chegar de metrô pela estação Brooklyn Bridge/City Hall que sai na frente da prefeitura de NY e depois ir andando até o fim da ponte!

Já tô morrendo de saudade de NY. Quero voltar hoje mesmo!

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Vocês curtiram os vídeos da viagem? Estou louca pra viajar de novo e fazer mais vídeos pra vocês :) Se você perdeu, veja aqui o post+vídeo sobre o Central Park e o Museu de História Natural, e aqui o post+vídeo sobre Coney Island e o Aquário de NY!

#MagentaEmNY: Coney Island e Aquarium

Ah, Coney Island foi o dia mais feliz da minha viagem! Aliás, foi feliz e triste: era meu último dia em NY! Mas era um passeio que eu queria muito fazer e estava um dia lindo, sem nenhuma nuvem no céu.

Coney Island fica no sul do Brooklyn (você pode chegar lá de metrô descendo na estação Coney Island). Onde eu estava hospedada era meio que no caminho então foi simples de chegar! Lá é a casa da gangue do filme The Warriors, um dos meus favoritos. Ele estreou em 1979 e é um dos filmes cult de NY, apesar de aqui no Brasil passar na sessão da tarde. Se você não conhece, pode procurar na internet porque é demais!

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Lá em Coney Island também fica o Aquário de NY. É bem bonitinho, mas eu esperava mais. Acho que boa parte do Aquário foi embora com o furacão Sandy, que destruiu também boa parte do parque. A região ficou inundada por bastante tempo e o estrago foi grande. Lá no Aquário eles falam dos bichinhos que perderam e de todas as áreas que precisam ser reconstruídas.

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Também comi o famoso cachorro-quente do Nathan’s! Maravilhoso que o nome da lanchonete é exatamente esse: Nathan’s Famous Hot Dogs, haha! É gostoso, e foi ótimo tomar uma cerveja ao ar livre, na beira da praia. Lá nos EUA você não pode beber na rua, mas como o calçadão da praia conta quase como uma área privada, é permitido (acho que só perto das barracas de comida).

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A gente também andou na roda gigante! Eu tenho medo de altura e fiquei meio nervosa, mas é tranquilo e muito lindo ver o parque e a praia lá de cima <3

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Depois acabou o espaço no meu cartão de memória, mas ficamos sentados no pier até o sol se pôr. Durante o verão tem queima de fogos, shows e todo tipo de evento rolando lá até o dia primeiro de setembro. Depois as coisas por lá ainda ficam abertas com o parque funcionando até novembro, e então fecha por um tempo.

Coney Island é um ótimo passeio pra uma tarde de sol e recomendo muito!

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#MagentaEmNY: Natural History Museum & Central Park

Oi gente!

Esse é o primeiro post sobre a viagem pra NY! Tenho muita coisa pra contar e mostrar, e fiz alguns vídeos. Por favor, tenham paciência porque eu tenho zero experiência com essa coisa de vídeos, hahaha. Eu fiquei super tímida, falei de jeitos engraçados, estava descabelada e sem maquiagem. A real é que eu não sabia se ia realmente fazer vídeos até me dar na telha e começar a fazê-los! Já era um plano antigo começar a postar vlogs aqui, mas na viagem, ali na hora, sem um plano do que falar… é tenso! :D

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Nesse dia nós fomos no Museu de História Natural (já assistiram Uma Noite No Museu?) e também no Central Park! Eu filmei pouco porque nesse dia eu estava com um terçol no olho e super cansada… essas viagens cansam demais! Andei umas cinco horas lá dentro do museu, meus pés estavam destruídos e ainda resolvemos passear no parque… mas foi muito divertido.

No museu minha parte favorita foi a dos dinossauros. É incrível ver os fósseis e entender realmente o tamanho desses bichos. No parque eu fiquei encantada pelos esquilinhos… mas eles são praticamente uns ratos bonitinhos, não dá pra se deixar enganar pela beleza, haha!

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É incrível como NY tem todo tipo de maluco. Em São Paulo também, mas parece que lá a maluquice é amplificada. E no parque, todo mundo quer mostrar sua arte. Tem gente fazendo bolhas gigantes, cantora de música clássica, dançarinos de break e até tocador de gaita de fole.

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Os dois lugares são passeios que você PRECISA fazer se estiver em New York. O museu porque é MUITO legal – mas chegue cedo pra conseguir ver tudo! A gente chegou depois do almoço e não conseguimos, pois ele fecha às 17h. E o parque porque é um clássico da cidade. Na semana seguinte voltamos lá pra um evento, uma feirinha gastronômica com uns DJs tocando… chegamos cedo e entramos rápido, mas saímos uma hora depois e a fila devia ter uns dois quilômetros.

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Espero que vocês gostem do primeiro vídeo do canal do blog! Isso mesmo, aposentei meu canal antigo. Ele ainda existe (pra quem quiser ver o vídeo do Coque Rosca, por exemplo), mas todos os novos vídeos vão exclusivamente pro canal do Mais Magenta. Então você pode assinar clicando aqui!

 

#MagentaEmNY: Passagem, hospedagem e visto!

Eba! Como contei aqui, estou indo pra NY dentro de alguns dias e prometi que daria algumas dicas sobre a viagem!

Resolvi começar falando da passagem, passaporte e visto, que um monte de gente tem dúvidas. É possível sim organizar uma viagem sem ajuda de agência, é só se organizar e começar a pensar com antecedência.

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Passagem:

Eu comprei minha passagem pelo Submarino Viagens, mais de seis meses antes. Como eu estava juntando dinheiro, precisava que fosse o mais barato possível porque ia pagar a vista, então assim que decidi o período já comecei as buscas. Quanto antes você se organizar, melhor. Além disso, quando você compra a passagem não tem mais jeito e PRECISA juntar o dinheiro nos próximos meses. No meu caso, eu tinha seis meses pra me organizar!

Um mês antes da viagem recebi um e-mail da Submarino Viagens falando que os meus dois vôos haviam sido cancelados. É muito importante que você cheque constantemente o site da empresa e sua reserva porque essas alterações podem acontecer. Nesse caso,eles queriam me alterar pra vôos que fariam com que eu ficasse menos tempo em NY, mas eu não aceitei e eles são obrigados a alterar para o dia que você quiser. Eu resolvi ficar mais! Inicialmente ia ficar apenas 10 dias e agora ficarei 16, pelo mesmo valor. Eles só podem cobrar a mais se você resolver fazer o upgrade de classe, ou caso queira realizar uma nova alteração depois dessa primeira. Nessa ligação aproveitei e já marquei os assentos – quando você compra pelo site da companhia, normalmente pode escolher durante a compra, mas quando é por intermédio de uma dessas agências, precisa fazer pelo telefone.

Hospedagem:

A hospedagem depende muito do seu perfil! Eu planejava viajar completamente sozinha, então escolhi um hostel na região que eu queria e fiz a reserva pelo Hostel World. No Hostel é mais fácil você conhecer pessoas e socializar, mas na maioria dos casos você divide o banheiro e o quarto com outras pessoas. Eu peguei uma vaga em um quarto com quatro pessoas e o banheiro compartilhado com o hostel inteiro… Também escolhi um bairro em que eu sabia que sairia mais à noite, pra economizar com taxi. O hostel fica em Williamsburg, no Brooklyn – os rolês noturnos de Manhattan não são muuuuuito a minha cara.

Se você procura mais conforto, pode ficar em um hotel, mas os preços em NY são bem altos, ainda mais pra quem vai sozinho e on a budget. Se você vai com mais pessoas, pode alugar um quarto o apartamento inteiro no AirBNB! Dependendo da quantidade de pessoas fica bem mais barato e você conhece uma galera que moram na cidade e podem te dar dicas. Leia sempre as reviews de outros hóspedes antes de fechar! Essa dica também vale pra hotéis e hostels (por isso curto o Hostel World).

Passaporte e visto:

Outro dia a Karen Bachini, que também foi pra NY há pouco tempo, fez um post super explicativo sobre o processo de tirar o passaporte e o visto pros Estados Unidos! Você pode ir no blog dela pra ler.
Quando eu tirei o passaporte ano passado foi um inferno porque nenhuma data que eles tinham disponíveis funcionava pra mim e demorou uns dois meses. Depois disso ele demora um tempo pra ficar pronto, então recomendo que se você não tem passaporte ou precisa renovar, que faça isso com antecedência!

Já o visto foi mais rápido e o processo todo durou menos de três semanas. Eu entrei no site, paguei, fui tirar a foto e as digitais, fui no consulado americano, nem me perguntaram nada (dei sorte com o entrevistador) e me deram um visto com validade de dez anos.

Prometo tirar muitas fotos e fazer vídeos durante a viagem pra postar aqui depois. Fico fora até dia 22 de setembro e vou deixar posts agendados até lá – claro que não vou resistir e pode ser que eu poste algo durante a viagem, mas os comentários vão ficar sem resposta.

Você pode me acompanhar também no Instagram pra ver as fotos em tempo real :D

 

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De zero a Nova Iorque

Desde sempre meu maior sonho é visitar Nova Iorque. Ao longo da vida, muitas pessoas me disseram que “NY é tipo SP”, mas eu nunca consegui pensar que isso fosse desencorajador. Por algum motivo, há alguma mágica na cidade que me faz querer ir pra lá, e talvez por isso eu me identifique tanto com São Paulo também.

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Meus pais nunca tiveram grana pra me ajudar numa viagem, nem naquela clássica excursão para a Disney que todo mundo da minha cidade (eu cresci em Atibaia, interior de São Paulo) foi quando era adolescente. A Disney é um outro sonho, mas eu quero ir com amigos porque ir sozinha pra Disney é meio deprê. Enquanto não arrumo uns loucos afim de organizar pra valer essa trip, foquei meus esforços em outros sonhos.

No último ano minha vida mudou muito e eu senti que era finalmente a hora de começar a viajar o mundo. Começar porque eu nunca havia saído do país – nunca tive dinheiro nem pra ir até o rolê Buenos Aires que todo mundo faz – e sei que o bichinho vai me morder… e eu vou querer conhecer o mundo inteiro!

Porque eu estou escrevendo isso tudo? Porque eu quero que vocês vejam que viajar é sim possível, só basta querer. Cortar gastos superfluos (não, você não precisa gastar 80 reais na balada três vezes por semana, nem de uma roupa nova todo mês) e repensar todas as suas contas e prioridades. Você está trocando o prazer imediato do consumo desnecessário por uma experiência pra vida toda.

Não estou dizendo que é fácil, eu mesma acho que poderia ter juntado muito mais dinheiro nesse período. Mas trabalhei MUITO, não gastei nada de nenhum freela que fiz e joguei tudo numa conta poupança. Paguei minha passagem à vista, limitei os gastos com cartão de crédito apenas ao essencial e emergencial, e

Em abril comprei minha passagem e comecei o processo de tirar o passaporte, visto, comprar seguro, reservar hostel, escolher passeios e até fazer uns amigos no couchsurfing pra ver se eles tem dicas de lugares legais para comer e beber na região que vou ficar.

Agora faltam só 24 dias pra eu finalmente embarcar. Até lá vou contar em alguns posts aqui como foi todo o processo, dicas pra juntar dinheiro, tirar visto e passaporte, o que levar e o que não levar! Depois que voltar, vou fazer muitos posts contando como foi, podem ter certeza.

E você, qual lugar do mundo sonha conhecer?

Um pedacinho do Chile

Há alguns fins de semana eu fui pro Chile a trabalho. Tive muito pouco tempo pra conhecer a cidade, na verdade só consegui passear uma manhã! A temperatura lá é louca (de tarde faz quase trinta graus e de noite chega a menos de dez) e eu peguei um super resfriado, que acabou com minha manhã de domingo. As tardes e noites estavam comprometidas com trabalho, então eu precisei escolher um lugar pra conhecer.

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Eu estava num hotel em Santiago próximo à estação de metrô La Moneda. Vi que lá é tudo bem pertinho – quem tá acostumado com São Paulo é fichinha – e resolvi ir andando até o Cerro Santa Lucía, um mirante enorme da onde você pode ver toda Santiago e as Cordilheiras dos Andes. As nuvens estavam super baixas e não deu pra ver muito das cordilheiras não… mas a vista é linda!

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Viajar sozinha é dominar a arte de colocar a câmera em algum lugar com o timer e sair correndo pra aparecer na foto…

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No caminho até lá eu aproveitei pra ver como é a vida por lá. Comprei um chocolate quente e medialunas (uns croissants de massa doce, já estou com saudades) e dei uma olhada nas lojas de rua. Tudo abre mais tarde em Santiago. Antes das dez da manhã não tem nada funcionando além de algumas poucas cafeterias. Isso faz total sentido porque quando eu acordei, sete e meia da manhã, ainda estava DE NOITE! No domingo a maior parte das lojas, farmácias e etc também não abre, então esteja preparado caso for passear por lá.

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Acabei voltando de metrô e é super de boa. Ainda passei no mercado e fiquei querendo levar todos os vinhos do mundo, mas não deu. Tava trabalhando, né, gente…

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Eu estava lá pra cobrir o Lollapalooza Chile, que acontece no Parque O Higgins. É demais! Lá não pode beber no festival (e ninguém fica reclamando por isso, a gente que tá muito acostumado) então as pessoas acabam se comportando muito mais civilizadamente, heh. Como é num parque, tinha muitas famílias que levavam crianças, e a área Kidzapalooza estava super cheia! Depois que as atrações dos pequenos acabavam, eles ainda continuavam para ver os headliners com os pais. Ainda tinha gente andando de patinete, bicicleta e skate pelo festival. E muita gente bonita, muita mesmo. Me apaixonei umas vinte vezes.

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Agora estou morrendo de vontade de voltar pro Chile! Foi uma tentaçãozinha gostosa essa passada rápida.

Já estou com siricutico pra fazer um rolêzinho Argentina + Chile! Quem topa?

Cinco palavras havaianas pra levar pra vida.

Dentre todos os destinos com os quais eu sonho sempre – se pudesse viveria de viajar por aí e ainda assim nunca saí do país – um dos mais bonitos deve ser o Hawaii. É uma ilha da Polinésia que se tornou estado americano em 1959, já foi cenário pra filme do Elvis e também de um dos discos mais bonitos do Rei gravados ao vivo. É o estado com pessoas mais felizes e menos estressadas dos EUA, tem ótima consciência ecológica e o povo havaiano gosta de viver ao ar livre. Os shoppings, escritórios e escolas sempre tem uma grande área aberta! Além disso, as praias são maravilhosas.

Estava lendo hoje uma matéria do Huffington Post com algumas palavras havaianas pra ter como filosofia de vida e fiquei super inspirada. Resolvi fazer um post pra vocês e traduzir aqui a vontade que eu tenho de conhecer esse lugar!


Foto de Patrick Smith.


Foto de T Fukuda


Foto de Ko Fujimura

Foto de Baron Sekiya


Foto de K Chae

Os links para os Flickrs dos fotógrafos de quem peguei as fotos pra fazer as imagens estão abaixo de cada uma. Visitem! Tem outras fotos muito lindas. Quem quiser ler a matéria original no Huffington Post, clique aqui (porque dar créditos nunca matou ninguém).

Fui pra Porto Alegre, tchau! – Parte I

No fim de semana retrasado eu e o Chicó fugimos pra Porto Alegre. Ele é gremista fanático e queria se despedir do Olímpico (o estádio vai ser demolido no fim do ano, um outro muito lindo está sendo construído na cidade) e nós aproveitamos pra esquecer da vida e passear! Foi muito legal. Nós dois já conhecíamos a cidade porque tínhamos família e amigos por lá, mas foi gostoso ir só nós dois sem nenhum compromisso familiar :)

Chegamos na sexta à noite e fomos pro nosso Hostel, o Bom Fim Hostel. Ele fica numa região muito legal, que tem vários barzinhos e baladas por perto. Pegamos um quarto só pros dois, com banheiro, mas naquele esquema de hostel – pagando um precinho menor e esperando menos conforto que um hotel, claro. Mas foi bem legal, sem nenhum perrengue. A galera que trabalha lá é super atenciosa e gente boa.

No sábado acordamos e fomos conhecer a Arena, o novo estádio do Grêmio que está sendo construído. Vimos a obra (o estádio é gigante, vai ficar maravilhoso!) e a maquete que mostra como vai ficar finalizado. Como ali foi rapidinho, pegamos um ônibus e fomos pro centro da cidade visitar a Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736)! O lugar é lindo. Fiquei apaixonada por um jardim que tem lá. Vimos algumas exposições que estavam acontecendo e também uma sala que tem um quarto igualzinho ao do Mario Quintana – acho que os móveis são originais do quarto dele. Fiquei até arrepiada!

Depois disso, fomos almoçar na Lancheria do Parque (Avenida Osvaldo Aranha, 1086), uma lanchonete bem simples mas super tradicional da cidade. Pedi o xis salada e o chicó o xis coração – sim, feito com coração de galinha em vez de hambúrguer. Não espere um hamburguer tradicional: o lanche porto alegrense é quase do tamanho do prato e a salada inclui ervilha, maionese e um monte de outras coisas. Vá com fome e fique muito feliz.

Com a barriguinha cheia, atrevessamos o Parque Farroupilha – a famosa Redenção – pra conhecer o famoso brechó Antigo Garimpo (Avenida João Pessoa, 1040). O lugar é gigantesco e tem de tudo – de revistas a cerâmicas, de discos a telefones antigos, de roupas a chapéus de época. Dá pra passar uma tarde inteira ali fuçando tudinho!Depois de tirar muitas fotos, fomos pro Hostel descansar e tirar um cochilinho pra sair à noite.

Vou dividir esse post em dois pra não ficar muito enorme, já que tem várias fotos! Amanhã conto como foi nossa noite de sábado e o jogo do grêmio no dia seguinte!