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Esquenta, Miley: os looks do show!

Miley Cyrus ficou famosa quando ainda era bem novinha, com sua personagem da série Hannah Montana. Por muito tempo ela ainda fez a linha santinha e tudo dava a entender que se ela seguisse com a carreira seria pra virar cantora de country americano… ledo engano.

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A mocinha cresceu e na Bangerz Tour cobre uma parcela muito pequena do corpo em todos os looks. Sério, praticamente todos são duas peças, com calcinhas de cintura alta bem cavada em tecido reforçado. Valoriza super o corpo dela, que já é magra, mas eu sou suspeita pra falar porque tudo que envolve cintura alta já tem o meu amor!

Dá pra ver também que ela mantém um pézinho no country, principalmente por ser natural de Nashville, a capital americana do estilo musical! Ela usa botas de cowboy, tem um look bem folk-caricato com um chapéu e uma dentadura de dentes tortos e um body estampado com a bandeira dos EUA. Fora isso tem muita pluma, pelúcia e brilho em tudo! Escolhi meus favoritos:

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E aí, qual seu look favorito?

Os shows acontecem dia 26 de setembro na Arena Anhembi, em São Paulo, e também no dia 28 na Arena da Apoteose, no Rio de Janeiro. Você pode entrar no site pra mais informações sobre ingressos e como comprar! 

*esse post não é um publieditorial, e sim uma parceria. como contei aqui, o Mais Magenta foi convidado a ser blog embaixador da turnê* 

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A Miley tá chegando!

EBA! Estava ansiosa pra poder contar essa novidade por aqui.

Todo mundo sabe que a Miley Cyrus está chegando ao Brasil no fim desse mês pra uma série de shows, certo? As opiniões sobre a moça são bem divididas e normalmente ou você a ama ou você a odeia. E eu adoro!

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Fiquei muito feliz quando a T4F entrou em contato comigo para que eu fosse uma das embaixadoras da turnê da Miley no Brasil! Vou assistir o show de pertinho e contar tudo depois, além de alguns posts temáticos por aqui que servirão de esquenta pro dia 26, quando a cantora desembarca em São Paulo!

 

Na verdade eu não conhecia muito até ver uma performance de uma drag queen (a Laganja Estranja) que faz um medley com músicas dela. Aí comecei a prestar mais atenção na garota e me apaixonei pelo último album, muito diferente da imagem “mocinha certinha e fofinha”da época da Disney… com pegada de eletrônico e hip hop, letras tensas e aquela atitude doida característica da Miley.

É essa loucura dela que me fez gostar de vez. Podem falar o que for, que é fake, que é encenado, mas eu gosto! Ela dá a cara a tapa em diversas polêmicas e não tem medo do que vão pensar. Além do instagram da gata ser uma lisergia non-sense maravilhosa. Nem acredito nas montagens que ela posta, às vezes.

Os shows acontecem dia 26 de setembro na Arena Anhembi, em São Paulo, e também no dia 28 na Arena da Apoteose, no Rio de Janeiro. Você pode entrar no site pra mais informações sobre ingressos e como comprar!

*esse post não é um publieditorial, e sim uma parceria*

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The Punk Singer, o documentário sobre a incrível Kathleen Hanna

Está rolando aqui em São Paulo o In-Edit, festival de documentários musicais que tem mais de 40 filmes sendo exibidos até o próximo dia 11 de maio. Eu estava meio ausente da vida recentemente e acabei ficando super em cima da hora que teria a exibição de The Punk Singer, um documentário sobre a Kathleen Hanna que eu estava muto afim de ver desde quando estavam arrecadando grana pra finalizar!

Obviamente perdi a exibição, mas achei no torrent e passei o domingo no sofá assistindo e digerindo a história da garota que mudou totalmente o rumo das bandas de garotas nos anos 90 e inspirou toda garota que se identificou com o movimento Riot Grrrl em alguma fase da vida.

Se você não sabe, ela foi a vocalista da banda Bikini Kill, e um ícone do feminismo da época. Foi ela quem começou a cultura de ‘girls to the front’, que trazia todas as meninas pra frente do palco, fazendo com que os homens ficassem no fundo e criando assim um ambiente não invasivo e seguro onde as mulheres eram, pela primeira vez no rock, prioridade. O documentário mostra o começo de sua carreira, como surgiu a ideia de criar o Bikini Kill, as dificuldades de Hanna com a imprensa, seu relacionamento com Adam Horowitz (do Beastie Boys) e a doença que a fez precisar se afastar dos palcos alguns anos atrás.

É impossível não se emocionar com a vontade de mudar as coisas de Kathleen Hanna. Ela foi minha inspiração durante toda a adolescência e eu consumia cada pedacinho de notícia que tinha sobre ela. O Bikini Kill não existia mais e era a vez do Le Tigre, com a famosa Deceptacon que até hoje faz com que meninas da minha idade surtem quando toca na balada. Mas, quando eu tinha uns 14 anos, não havia muita informação sobre ela. Fiz uma amiga nos EUA pela internet que me mandava fotos de zines que sua irmã mais velha tinha conseguido e era o mais próximo que eu podia estar do riot grrrl americano. Era mágico.

Recomendo esse documentário não só às meninas que sonharam, um dia, em ter uma banda. Não só às que se assumem feministas – porque acho que no fundo, toda mulher é uma feminista, e se não é, deveria ser. Recomendo não só às meninas que ainda acreditam no espírito da sororidade, que acham que as mulheres tem que se unir e não atingir umas às outras. Eu recomendo à TODAS as mulheres que assistam a esse documentário. Porque a mulher é foda, e, de certa forma, a história dela nos faz mais fortes.

Dá uma olhada no trailer:

Fiz uma playlist no Spotify (meu deus, não tem as músicas do Bikini Kill em nenhum desses players!) pra quem quiser conhecer um pouco mais o trabalho da Kathleen Hanna e seu trabalho com as bandas Bikini Kill (1989-1998), Le Tigre (1999-2001) e The Julie Ruin (2010 – hoje).

E aí, alguém assistiu? O que achou?

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Como foi o MECA Festival 2014!

Como vocês sabem, no fim de janeiro fui até o Rio Grande do Sul pra um festival de música que rolou na cidade de Maquiné. O MECA Festival acontece há alguns anos por lá e nesta edição vieram bandas como Friendly Fires, Charli XCX e Savoir Adore!

No ano passado eu e umas amigas decidimos no impulso, via twitter, comprar o ingresso. Daí em diante, fomos aos poucos transformando a viagem em realidade – resolvemos ficar no camping, que teria algumas atrações extras. Pedimos barraca e colchão emprestados, conseguimos passagens de promoção até Porto Alegre, organizamos daqui de São Paulo uma van pra levar a gente e mais 10 perdidos até Maquiné, reservamos hostel pra ficar no domingo pós-festival. Foram mais de três meses de ansiedade pra chegarmos lá e…

…chover.

A previsão de tempo era de chuva pro fim de semana inteiro. Em Porto Alegre, quando cheguei lá na sexta, fazia uns 40 graus. O verão gaúcho é bizarro de quente e eu me arrependi instantaneamente de estar de calça. Troquei o short na van mesmo porque pudor não é meu forte e, enquanto estávamos armando a barraca (ops) começou a cair uma chuvinha. Ok, passou, todo mundo pra piscina curtir uma festinha.

Mas aí, se prepara pro perrengue:
A noite estava só começando quando desabou o maior temporal de todos os tempos, entrou água na barraca de todo mundo, a festa de sexta foi cancelada e todo mundo foi dormir molhado e bolado – tirando uma louca que ficou CANTANDO ATÉ SEIS DA MANHÃ.

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Fato é que a organização não estava preparada pra chuva. No dia seguinte, logo cedo, rolou a possibilidade de o festival nem acontecer já que a festa da noite anterior foi cancelada por risco de curto circuito no palco. A promessa de ‘comida 24h horas’ ficou no ar, já que a única lanchonete aberta no local não funcionava de madrugada em nenhum dos dois dias e era o mesmo local em que o staff fazia suas refeições. Os campistas não podiam fazer as refeições na mesma hora em que o staff, ou seja… você, morto de fome, só pode almoçar 16h quando o último funcionário do festival tiver almoçado. Sentido? Nenhum. Restava esperar o festival abrir pro público que não estava no camping, às 15h, e pagar dez reais num pedaço de pizza. Enquanto amanhecia o domingo, depois de mais um tempo de chuva (vou falar do festival mesmo mais pra frente), o gerador do camping foi simplesmente retirado e toda a Fazenda estava sem luz pois um dos “clubinhos” usou a energia do local pra ligar um canhão de luz quando deveria ter levado gerador próprio. Banho quente? Nem pensar. No segundo dia sem banho, já que no primeiro sua toalha estava completamente encharcada, só te restava esperar a van chegar e ser uma pessoa limpa quando chegasse no hostel. Resumo da ópera: ficamos sem energia no domingo, não rolou nenhum evento prometido para o camping (festa da sexta cancelada por falta de estrutura, pool party miada por causa da chuva, churrasco gaúcho deveria ser pago a parte e não era nada barato – uns 30 reais – sendo que a organização deu a entender que tudo estava incluso no pacote que pagamos pelo camping).

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Agora, vamos ao festival. Aí eu realmente não tenho do que reclamar. Pra quem só foi ao festival no sábado, a experiência mesmo com o chuvisco chato deve ter sido muito melhor. A fila para comprar ficha era suportável – a única coisa chata era a falta de sinal nas máquinas de cartão, mas quando você for a um festival no meio do nada LEVE DINHEIRO EM ESPÉCIE – e não durava mais que 10 minutos. Os banheiros eram ok e em boa quantidade. Não era muito lotado, então você podia ver os artistas de pertinho – e eles ficavam no meio da galera entre os shows, de boa. Tinha uma boa variedade de comida, mas se você é vegetariano melhor levar comida de casa. E além dos dois palcos também rolavam os ‘clubinhos’, casas mantidas por marcas que promoviam ações e micro-festas dentro do festival, como foi o caso da Adidas, o clubinho mais animado do MECA. Fiquei horas lá!

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O show do Friendly Fires foi mega animado e até quem não conhecia muito as músicas não parou de dançar. Savoir Adore é mega fofo e dá vontade de abraçar todos os integrantes. A Charli XCX é o tipo de mina ~descolada~ que eu queria ser amiguinha. Já o Klangkarussel eu não curti muito e achei que não tinha nada a ver com o resto do festival.

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No geral, eu me diverti. Acamparia de novo? Nem morta. E acho que a organização tem que se preparar muito melhor pra receber campistas novamente. O festival é incrível e eu recomendo que se vá uma vez, mas alugue uma casa por perto ou, pelo menos, um motor home – que era permitido também!

Por causa da chuva eu acabei não ficando com a câmera durante os shows. Mas o pessoal do I Hate Flash tirou fotos incríveis do festival. Cola lá pra ver!

Partiu MECA Festival 2014!

Ufa! Estou de volta! Fiquei meio sem computador em casa – acho que meu notebook está indo pro saco aos poucos, esquentando demais e desligando sozinho – e acabei não conseguindo voltar aqui nos últimos dias pra contar um monte de coisas que estão pra acontecer. Uma delas é o MECA Festival 2014 (que eu já falei aqui), um festival no Rio Grande do Sul aonde estarei no próximo fim de semana!

O festival mesmo acontece no sábado, 25, mas eu estou partindo para as terras gaúchas já na sexta. É que o evento acontece num hotel fazenda, e vai ter uma área de camping com várias outras coisas acontecendo. Na sexta-feira tem um esquenta, no sábado uma pool party e no domingo um brunch com café colonial e churrasco. É, os gaúchos sabem organizar um festival.


Edição 2013, foto do I Hate Flash

No lineup, bandas como o Savoir Adore, Friendly Fires, Chali XCX, Klangkarussel, Rio Shock (alõ moleque transante)… Vai ser bem legal. Vou tirar várias fotos pra postar aqui depois como foi. É a primeira vez que eu vou viver toda a experiência de um festival mesmo – afinal, estou viajando mais de 800km só pra isso com a certeza de que dormirei praticamente no chão por duas noites (no domingo eu volto pra porto alegre, fico num hostel e volto pra São Paulo na segunda de manhã).

Pra ficar por dentro em tempo real, me segue no instagram!

Quem aí já foi pro MECA Festival? Quem vai esse ano? Na página deles tem mais informações, inclusive sobre o MECA-SP e RJ (sem toda a parte legal, apenas alguns shows rolarão em outras cidades). Ainda tem ingresso, último lote, pra quem quiser se jogar de última hora.

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Mixtape #10: Combo Rock

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Semana passada fiz um set de rock na Combo Hits, no Lab Club! Foi muito divertido e eu dancei horrores da cabine. Resolvi colocar o set completo aqui pra vocês curtirem também. Dá o play e começa esse fim de semana porque é sexta-feira e #hojetem!

Rock Combo from daniellecruz on 8tracks Radio.

Clique aqui pra ir no meu perfil no 8tracks e ouvir todas as minhas mixtapes. Pra acompanhar essa tag e ver todos os posts da série 52 mixtapes, clique aqui!

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Banda nova: Savoir Adore

Um tempo atrás tive um momento super impulsivo pelo twitter com minhas amigas e acabamos decidindo ir pro MECA Festival, um festival de música que rola no litoral gaúcho em janeiro de 2014. Eles haviam confirmado apenas uma banda (o Friendly Fires) quando começaram a vender os ingressos e eu nem dei a mínima – comprei mesmo assim. Lá vou eu viajar 1.200km pra curtir um rolê bem longe de São Paulo…

Algumas semanas depois de ter o ingresso comprado o Savoir Adore foi confirmado. Eu não lembrava que banda era essa mas quando ouvi a primeira música já me toquei: ouvi bastante essa banda ano passado! Não conhecia outras músicas e acabei colocando o álbum na minha coleção do Rdio e tenho ouvido todos os dias.

Os hipsters fofos do Savoir Adore são os nova-iorquinos Paul Hammer e Deidre Muro. Eles dizem que a banda nasceu de um experimento, e hoje fazem um ‘fantasy pop’. Na verdade é um pop eletrônico bem bonitinho e gostoso de ouvir! Os clipes tem essa atmosfera de sonho lisérgico e muito louco. Dá pra entender bem o que eles querem dizer com “Fantasy Pop”. Depois de ouvir melhor as músicas, fiquei bem ansiosa pro show.

Hoje eles lançaram uma música bem gostosinha em parceria com o French Horn Rebellion que chama ‘The Fire’ e você pode ouvir clicando aqui. E, abaixo, o clipe de ‘Regalia’:

Dá pra ouvir o album inteiro no Rdio, aqui:

Quero que chegue logo janeiro pra poder vê-los ao vivo!

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 Pra ouvir se você gosta de: Friendly Fires, Stars, MGMT, The Postal Service

Concurso Cultural: quer ir no Planeta Terra 2013?

Chegou o dia, finalmente!

Como faço parte do time de embaixadores do Planeta Terra Festival 2013, tenho um par de ingressos para sortear. Quer ver de pertinho Lana Del Rey, Beck, Blur, Palma Violets e outros? O evento rola no dia 9/11 no Campo de Marte, em São Paulo!

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Pra participar você precisa seguir as regras:
1) Ter como retirar os ingressos comigo, em São Paulo, até 12h do dia do evento;
2) Ser maior de 16 anos (completados até o dia do festival)
3) Preencher corretamente todos os campos do formulário abaixo
4) Criar uma resposta criativa para a seguinte pergunta:

Qual o look perfeito pra curtir o Planeta Terra Festival 2013 e por que? 

A melhor resposta leva o par de convites!

Preencha o formulário:

Não se esqueça de participar APENAS se tiver como retirar os convites comigo – eles não serão enviados pelo correio. O resultado sai no AMANHÃ (DIA 2), aqui no blog, . Vocês tem até 0h de hoje para participar e o resultado estará neste mesmo post.

 

UPDATE! SAIU O RESULTADO!

Quem levou o par de convites pro Planeta Terra Festival 2013 foi a Amanda Matos Souza. A resposta dela foi muito fofa:
“O look perfeito para ir ao Planeta Terra Festival 2013 é: Vista-se de você mesmo, não dê tanto peso a aparência exterior, o que pesa mais na composição de um look é a energia, a vibe que você traz consigo e consequentemente você emana paz e alegria. Porque a beleza, começa de dentro para fora. Alma relaxada, feliz te torna uma pessoa convidativa, ilumina!”

Concordo, Amanda! <3

Obrigada a todos que participaram, foram várias respostas e a galera se esforçou muito!

 

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Vídeo: eu na coletiva do Lollapalooza Brasil 2014!

Algumas semanas atrás eu estava a trabalho na coletiva de imprensa do Lollapalooza 2014 e me pediram pra gravar um vídeo fazendo algumas perguntas pro Perry Farrell. Ele é o criador do festival que rola em Chicago desde 1991, mas super conhecido por ser o vocalista do Jane’s Addiction.

Fiquei super nervosa, não sabia que ia rolar – já tava pensando em mandar a estagiária no meu lugar – tava sem maquiagem, descabelada, com qualquer roupa e nenhum texto na cabeça. Mas o resultado ficou bem legal!


Foi uma emoção gravar no trem em movimento, sendo esmagada por fotógrafos e tendo apenas o espaço entre uma estação e outra (sabendo que o ponto final estava chegando) pra falar qualquer coisa que viesse na minha cabeça. Sei que acabei me repetindo muito no texto, mas era tudo improviso e o plano inicial era não usar todas as entradas que gravamos…

Aquele meu post sobre a MTV foi quase uma premonição. Acabei virando VJ por um dia! ;P

 

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Cinco dicas pra passar um dia incrível em festivais!

Continuando nossa contagem regressiva pro Planeta Terra Festival 2013, que tal umas dicas pra curtir um dia bom sem nenhum perrengue? Eu fui em todos os festivais que rolaram desde que essa onda chegou por aqui e fui aprendendo alguns macetes pra não passar sufoco – lembro até hoje do frio que passei no primeiro SWU, foi terrível.

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Vá confortável. Por mais que você esteja louca pra ser clicada pelas blogueiras (me procura lá?), tem que fazer de tudo pra manter seu look além de lindo, confortável. Você vai passar o dia em um lugar longe de casa, que pode esfriar e chover, além de andar muitos quilômetros entre os palcos! Escolha um tênis ou bota que não machuque seu pé, assim sua festa dura mais. Também deixe pra lá roupas justas demais, já que você vai fazer xixi num banheiro químico e provavelmente sentar no chão.

Beba água. Principalmente se você vai ingerir bebidas alcoólicas e/ou vai chegar no festival logo cedo.  Passar mal por desidratação pode fazer com que você perca os melhores shows da noite! Então não se esqueça de ter a garrafinha sempre a postos.

Marque um ponto de encontro com seus amigos. É muito fácil se perder na multidão, né? Eu sempre marco um ponto com meus amigos e se nos perdemos no meio da galera, nos encontramos lá entre os shows. Muitas vezes o celular não funciona nesses lugares porque tem muita gente tentando usar ao mesmo tempo, então é melhor prevenir e não depender da tecnologia nesses eventos :P

Antes de sair de casa veja no site do festival o que pode e não pode levar! Pra você não ter que voltar e deixar sua câmera profissional ou precisar jogar comida e bebida fora, não se esqueça de checar o que é permitido ou não. Eu já perdi um anel assim (e incontáveis embalagens de chiclete). Se você precisa tomar um remédio no horário do show e não pode ficar sem, lembre-se de levar uma receita médica pra provar que precisa entrar com ele.

Alguns itens que vão ajudar muito se estiverem na sua mochila: protetor solar, capa de chuva, uma blusa – apesar de ser em novembro, sempre esfria à noite e a pior coisa é passar frio em show -, canga pra sentar no chão sem estragar a roupa e muiiiiiito pique! Também prefiro levar dinheiro em espécie e não só o cartão, isso agiliza na hora de comprar as fichas do bar e garante caso tenha alguma falha de sinal nas máquinas de débito e crédito.

Esse ano a idade mínima para entrar no Planeta Terra Festival baixou pra 16 anos! Alguém aí está indo ao primeiro festival?

Não se esqueçam que dia 1º de novembro tem a promoção de ingressos aqui no blog :) Você pode ir de graça, com um acompanhante, ver bandas como The Roots, Lana Del Rey, Beck e Blur!

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